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Um órgão público contrata, por licitação, uma...

Um órgão público contrata, por licitação, uma assessoria de imprensa para realizar diversas ações de divulgação junto a jornalistas. Quando um veículo publica uma no...


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Um órgão público contrata, por licitação, uma assessoria de imprensa para realizar diversas ações de divulgação junto a jornalistas. Quando um veículo publica uma notícia considerada falsa pela direção do órgão, e que pode trazer graves consequências para a instituição, a assessoria compra um espaço publicitário nos jornais locais para publicar sua versão dos fatos.

Essa medida é considerada:

Analisando...
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  • Marcos de Castro
    Marcos de Castro EQUIPE
    02/11/2026 • 19:02
    Essa questão aborda o papel e os limites da assessoria de imprensa em órgãos públicos, especialmente em situações de crise ou controvérsias envolvendo notícias falsas. A assessoria de imprensa, geralmente, tem como função principal construir uma relação transparente e ética com a mídia e a sociedade, assegurando a divulgação correta das informações institucionais.

    No caso apresentado, a assessoria comprou espaço publicitário para publicar sua versão dos fatos. Essa prática é problemática porque, apesar de órgãos públicos poderem anunciar, a defesa institucional não deve ocorrer por meio da publicidade paga, mas sim por meio da comunicação oficial, entrevistas, notas e esclarecimentos.

    Além disso, a compra de mídia para órgãos públicos deve seguir regras específicas, geralmente intermediadas por agências de propaganda contratadas para esse fim, garantindo transparência e legalidade nos processos licitatórios e orçamentários. Portanto, fazer isso diretamente pela assessoria também contraria a legislação.

    Analizando as alternativas: A está incorreta porque defender interesses públicos não justifica compra direta de mídia pela assessoria;
    B é incorreta pois a compra de espaço publicitário não impede matérias falsas, e não corresponde ao papel da assessoria;
    C apresenta uma razão legal correta sobre a compra de mídia por órgãos públicos ser feita por agências de propaganda;
    D incorreta, pois existe possibilidade sim de resposta a matérias falsas, mas não necessariamente por meio da compra de espaço;
    E sugere um contato direto como única solução, que não é a única ou sempre a melhor maneira.

    Assim, a alternativa que melhor se adequa juridicamente é a letra C.
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