Geralmente, em casos clínicos semelhantes ao apresentado, os exames de sa...

Geralmente, em casos clínicos semelhantes ao apresentado, os exames de sangue dos pacientes registram a existência de partículas de LDL menores, mais densas, mais facilmente oxidadas e, consequ...


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Uma paciente de cinquenta e um anos de idade, sedentária
e hipertensa procurou o ambulatório para realizar exame periódico.
A paciente apresentava-se assintomática e relatou que fazia uso de
clortalidona, na dosagem de 25 mg ao dia. No exame físico, foi
constatado que seu índice de massa corporal (IMC) era de 31 kg/m 2,
sua pressão arterial (PA), de 142 mmHg × 94 mmHg (obtida pela
média de três medidas), sua frequência cardíaca (FC), de 74 bpm e
sua circunferência abdominal, de 95 cm. O exame de sangue
mostrou os seguintes resultados: triglicerídios = 192 mg/dL,
colesterol total = 255 mg/dL, fração HDL do
colesterol = 35 mg/dL, fração LDL do colesterol = 180 mg/dL e
glicemia de jejum = 108 mg/dL. O eletrocardiograma e os demais
exames de sangue solicitados apresentaram resultados normais.

A partir do caso clínico apresentado acima, julgue os itens que se
seguem.

Geralmente, em casos clínicos semelhantes ao apresentado, os exames de sangue dos pacientes registram a existência de partículas de LDL menores, mais densas, mais facilmente oxidadas e, consequentemente, com maior poder aterogênico.

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Veja comentários detalhados e resoluções exclusivas para entender o gabarito desta questão.

  • Matheus Fernandes
    Matheus Fernandes
    31/12/1969 • 21:00
    Gabarito: a) Certo

    No caso clínico apresentado, a paciente possui alguns fatores de risco para doenças cardiovasculares, como hipertensão arterial, obesidade (IMC de 31 kg/m²) e dislipidemia (valores elevados de colesterol total, LDL e triglicerídeos).

    Quando há um quadro clínico semelhante, é comum que os exames de sangue dos pacientes apresentem partículas de LDL (lipoproteína de baixa densidade) menores, mais densas e mais facilmente oxidáveis. Essas características conferem às partículas de LDL um maior poder aterogênico, ou seja, aumentam o risco de desenvolvimento de aterosclerose e doenças cardiovasculares.

    Portanto, a afirmação de que em casos clínicos semelhantes os exames de sangue dos pacientes registram a existência de partículas de LDL menores, mais densas, mais facilmente oxidadas e com maior poder aterogênico está correta.
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