No trabalho do Educador Físico com pessoas idosas,
a avaliação funcional constitui etapa relevante para a
prescrição do exercício, não porque substitua
procedimentos diagnósticos próprios do campo clínico,
mas porque permite identificar condições de
desempenho, limitações, necessidades de adaptação
e elementos de segurança para a organização do
treinamento.
Nesse contexto, a prevenção de doenças crônicas e a
manutenção da capacidade funcional não autorizam
nem a generalização de protocolos indiferenciados
nem a adoção de uma cautela tão restritiva que torne
o exercício incapaz de produzir estímulos efetivos.
A individualização da prescrição, portanto, exige
distinguir avaliação funcional, controle de risco,
prevenção e tratamento, sem colapsar tais categorias
em um único plano de intervenção.
Com base nessa compreensão, indique a alternativa
CORRETA.
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