A presidente da república negou, na noite desta segundafeira (21/10), que o leilão sob o regime de partilha, represente uma privatização.
Segundo ela, as empresas privadas parceiras também serão beneficiadas, pois, ao produzir essa riqueza, vão obter lucros significativos, compatíveis com o risco assumido e com os investimentos que estarão realizando no país. Não podia ser diferente. (Disponível em: )
O leilão, destacado na notícia, tinha como foco
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