No trecho "E talvez ela tenha agido um pouco como eu: ao fazer a docência ...

No trecho "E talvez ela tenha agido um pouco como eu: ao fazer a docência o meio da minha vida, eu termino transformando a docência no fim da minha vida." (l. 57–60), os termos assinalados carac...


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No trecho "E talvez ela tenha agido um pouco como eu: ao fazer a docência o meio da minha vida, eu termino transformando a docência no fim da minha vida." (l. 57–60), os termos assinalados caracterizam a docência, para Paulo Freire, como, respectivamente:

Analisando...
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  • Camila Duarte
    Camila Duarte EQUIPE
    20/10/2026 • 20:01
    Vamos começar entendendo o que o autor Paulo Freire quer dizer nesse trecho. Ele fala que ao fazer da docência o meio da sua vida, acaba transformando a docência no fim da sua vida. Isso sugere que a docência é inicialmente um meio para um objetivo, um caminho, e depois se torna o próprio objetivo, o fim. Ou seja, na primeira parte, a docência é algo que sustenta, que dá suporte para a vida, ou seja, é um meio, um sustento. Na segunda parte, ela vira o fim, o motivo pelo qual a vida gira, ou seja, é transformada naquilo que justifica o viver. Portanto, a palavra mais adequada para descrever a docência no começo é 'sustento' (meio, suporte) e, no final, 'motivo' (fim, razão). Analisando as alternativas, a única que corresponde a essa ideia é a alternativa a) sustento — motivo.
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