O Código de Defesa do Consumidor é baseado em princípios e direitos básicos. O princípio que determina que
o fornecedor adote medidas para evitar qualquer tipo de
dano ao consumidor é o
✂️ C) do equilíbrio das partes.
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Em 2023, Walter Elias celebrou com o Banco Scrooge McDuck S.A.
contrato de financiamento para aquisição de veículo automotor,
com prazo de 48 meses e juros prefixados. Em razão de um
desastre climático que atingiu sua região, Walter enfrentou
severas dificuldades financeiras e, em 2025, ajuizou ação
revisional, pleiteando a modificação das cláusulas contratuais
relativas aos encargos moratórios e ao sistema de amortização,
alegando onerosidade excessiva e violação ao dever de
transparência. Em contestação, o banco sustentou que o contrato, de natureza
bilateral, onerosa e comutativa, fora celebrado de modo paritário,
sendo vedada a intervenção judicial em disposições lícitas e
livremente ajustadas, sob pena de afronta aos princípios da força
obrigatória dos contratos (pacta sunt servanda ), da liberdade
econômica e da intervenção mínima do Estado nas relações
privadas.
À luz das disposições do Código Civil, do Código de Defesa do
Consumidor e da jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça,
assinale a afirmativa correta.
✂️ A) Nas relações de consumo, a revisão judicial de cláusulas
contratuais é admitida, ainda que o contrato tenha sido
celebrado livremente, em razão da mitigação do princípio
pacta sunt servanda e da prevalência dos princípios da boa-fé
objetiva, da função social do contrato e do dirigismo
contratual.
✂️ B) A revisão pretendida por Walter Elias deve ser rechaçada, pois
a comutatividade e a licitude do negócio jurídico impedem a
intervenção judicial nas cláusulas pactuadas, em respeito ao
princípio da força obrigatória dos contratos.
✂️ C) A possibilidade de revisão judicial por fato superveniente e
imprevisível restringe-se aos contratos civis, não se aplicando
às relações de consumo, em que se presume o equilíbrio
econômico e informacional entre as partes.
✂️ D) Ainda que se trate de relação de consumo, é vedado ao Poder
Judiciário revisar cláusulas previamente pactuadas quando
ausente vício de consentimento, sob pena de violação ao
princípio da autonomia privada.
✂️ E) A jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça condiciona a
revisão dos contratos de consumo à comprovação de dolo ou
vício de consentimento na fase de formação contratual, sendo
insuficiente a alegação de desequilíbrio superveniente.
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Analise as assertivas em relação ao Código de Defesa do Consumidor: I. Considera-se fornecedor toda pessoa física ou jurídica, pública ou privada, nacional ou estrangeira, que desenvolvam atividades de produção, montagem, criação, construção, transformação, importação, exportação, distribuição ou comercialização de produtos ou prestação de serviços, ressalvados apenas os entes sem personalidade jurídica. II. Não equipara-se a consumidor a coletividade de pessoas, se indetermináveis, que haja intervindo na relação de consumo. III. A Política Nacional das Relações de Consumo tem por objetivo o atendimento do princípio da harmonização dos interesses dos participantes das relações de consumo e compatibilização da proteção do consumidor com a necessidade de desenvolvimento econômico e tecnológico. IV. O consumidor tem direito à modificação das cláusulas contratuais que estabeleçam prestações desproporcionais ou sua revisão em razão de fatos supervenientes que as tornem excessivamente onerosas. V. Nos processos judiciais o consumidor tem sempre direito à inversão do ônus da prova a seu favor. Estão corretas as assertivas:
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