Encerrada a colheita, o arrancamento e a queima dos restos culturais do algodoeiro, com destruição completa das plantas, é medida profilática fundamental para a produção econômica do algodoeiro, tendo até mesmo amparo legal. Os restos culturais devem ser arracados com raízes e enleirados para que a queima localizada não provoque muito prejuízo à microbiota do solo, recomendando-se, em seguida, aração e gradeação, ou a eliminação das suas brotações com o uso de herbicidas, principalmente o 2,4D ou o glifosato, como forma de controle do bicudo.