Uma estação é considerada parte de uma rede local (LAN – Local
Area Network ) se pertencer fisicamente a ela. O critério de
participação é geográfico. Muitas vezes precisamos de uma
conexão virtual entre duas estações pertencentes a duas LANs
físicas diferentes. Assim, utilizamos uma VLAN (Virtual Local Area
Network ), uma rede local virtual como uma rede local
configurada por software em vez de meio físico. Para fornecer o
suporte de configuração e funcionamento de uma VLAN (Virtual
Local Area Network ) foi definido o Padrão IEEE 802.1q.
Do exposto as seguintes afirmativas estão corretas, à exceção de
uma . Assinale-a.
✂️ A) As VLANs permitem reduzir problemas de controle de tráfego broadcast (por exemplo, tráfego gerado pelo protocolo ARP - Address Resolution Protocol ), uma vez que o alcance dos quadros de difusão fica restrito a domínios reduzidos.
✂️ B) O padrão IEEE 802.1q introduziu campos de identificação nos quadros Ethernet. Essa informação extra pode ser utilizada no roteamento dos quadros, e serão usados pelos switches (comutadores) para encaminhar ou filtrar o tráfego recebido.
✂️ C) O padrão IEEE 802.1q introduziu campos de identificação nos quadros Ethernet. Dentre os campos introduzidos, podemos citar VLAN Identifier (bits que identificam a que VLAN o quadro pertence).
✂️ D) Algumas características podem ser usadas para agrupar estações em uma VLAN. Os fabricantes usam apenas características como números das portas e endereços IP ponto-a-ponto.
✂️ E) As VLANs trazem benefícios no gerenciamento da rede. Podemos citar a segurança, pois o meio de cada rede virtual permanece isolado das demais estações que estão fora da VLAN em questão, impedindo assim, que os dados trafegados nela fiquem expostos.
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O projeto de redes locais virtuais (VLANs – Virtual LANs) envolve
um conjunto de questões de projeto, tendo em vista a sua
definição e operação.
Nesse contexto, uma possível solução para uma questão
arquitetural é conhecida como “trucking”, que trata
✂️ A) da alocação de canal dinâmico.
✂️ B) do aprendizado reverso.
✂️ C) da interconexão de VLANs.
✂️ D) da ocorrência de loops.
✂️ E) do salto de frequência.
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Fernanda, analista de rede, ao analisar a topologia de rede da
empresa onde trabalha, constatou os fatos a seguir.
I. O Switch BT-01, que não realiza roteamento, possui uma
VLAN “X” com duas máquinas conectadas:
• Máquina ALFA com IP 10.0.0.1, máscara 255.255.255.0 e
gateway 10.0.0.10; e
• Máquina BRAVO com IP 10.0.0.2, máscara 255.255.255.0 e
gateway 10.0.0.10.
II. O Switch BT-01 possui também uma VLAN “Y” com duas
máquinas conectadas:
• Máquina CHARLIE com IP 20.0.0.1, máscara 255.255.255.0
e gateway 20.0.0.254; e
• Máquina DELTA com IP 20.0.0.2, máscara 255.255.255.0 e
gateway 20.0.0.254.
III. O Switch BT-01 está conectado ao roteador RWT_03 por meio
da porta Gi1/0/24 do switch.
IV. O Switch BT-01 está conectado ao roteador RWT_02 por meio
da porta Gi1/0/23 do switch.
V. O roteador RWT_03 está configurado corretamente com o IP
10.0.0.10/24 na porta Gi0/0/1, que é conectada ao Switch BT01.
VI. O roteador RWT_02 está configurado corretamente com o IP
20.0.0.254/24 na porta Gi0/0/1, que é conectada ao Switch
BT-01.
VII. O roteador RWT_02 está interligado diretamente ao roteador
RWT_03 por meio das portas Gi0/0/2 de cada dispositivo,
utilizando os endereços IP 10.30.0.1/29 e 10.30.0.2/29,
respectivamente.
Diante desse cenário, Fernanda concluiu, corretamente, que:
✂️ A) mesmo que todas as conexões estejam operacionais, as
máquinas BRAVO e DELTA não conseguirão se comunicar,
pois pertencem a VLANs distintas e, portanto, não deveriam
estar conectadas ao mesmo switch;
✂️ B) caso todas as conexões estejam operacionais, exceto a
conexão entre o switch BT-01 e o roteador RWT_03, as
máquinas ALFA e BRAVO não estabelecerão comunicação,
uma vez que dependem do gateway para tal;
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