Gabarito: a)
A estratégia bottom-up nos testes de integração consiste em testar primeiro os módulos de nível mais baixo (os módulos que não dependem de outros) e, gradualmente, integrar e testar os módulos de níveis superiores.
Nesse tipo de abordagem, como os módulos inferiores já estão implementados e testados, não há necessidade de criar stubs para simular esses módulos, pois eles já existem e podem ser utilizados diretamente.
Stubs são usados para simular módulos que ainda não foram implementados, o que é comum na estratégia top-down, onde se começa testando os módulos superiores e precisa-se simular os inferiores.
Portanto, na estratégia bottom-up, a utilização de stubs torna-se desnecessária, pois os módulos inferiores já estão disponíveis para integração e teste.
Fazendo uma checagem dupla, a definição clássica de testes bottom-up confirma que stubs não são necessários, e sim drivers, que simulam os módulos superiores ainda não implementados. Isso reforça que a afirmativa está correta.
A estratégia bottom-up nos testes de integração consiste em testar primeiro os módulos de nível mais baixo (os módulos que não dependem de outros) e, gradualmente, integrar e testar os módulos de níveis superiores.
Nesse tipo de abordagem, como os módulos inferiores já estão implementados e testados, não há necessidade de criar stubs para simular esses módulos, pois eles já existem e podem ser utilizados diretamente.
Stubs são usados para simular módulos que ainda não foram implementados, o que é comum na estratégia top-down, onde se começa testando os módulos superiores e precisa-se simular os inferiores.
Portanto, na estratégia bottom-up, a utilização de stubs torna-se desnecessária, pois os módulos inferiores já estão disponíveis para integração e teste.
Fazendo uma checagem dupla, a definição clássica de testes bottom-up confirma que stubs não são necessários, e sim drivers, que simulam os módulos superiores ainda não implementados. Isso reforça que a afirmativa está correta.