Gabarito: Errado
O sociólogo Roberto Kant de Lima dedica sua produção acadêmica a examinar criticamente o funcionamento da justiça no Brasil. Em vez de enxergar o sistema jurídico como um instrumento que assegura igualdade e cidadania, ele o interpreta como um espaço que frequentemente reflete as desigualdades sociais presentes no país.
Nas análises do autor, o modo como as leis são aplicadas e como as instituições jurídicas atuam demonstra que a justiça brasileira não trata todos da mesma forma. As práticas cotidianas dentro do sistema penal, segundo ele, acabam privilegiando certos grupos e desfavorecendo outros, perpetuando assim relações desiguais de poder.
Por esse motivo, é incorreto afirmar que Kant de Lima considera o sistema jurídico nacional promotor de igualdade e cidadania plena. Suas pesquisas vão na direção contrária: mostram que o aparato legal e político reproduz exclusões e mantém privilégios históricos, impedindo que a justiça funcione de maneira realmente equitativa.
Em resumo, a proposição apresentada está errada, pois contradiz a visão crítica do autor sobre a estrutura e o funcionamento do sistema de justiça brasileiro.
O sociólogo Roberto Kant de Lima dedica sua produção acadêmica a examinar criticamente o funcionamento da justiça no Brasil. Em vez de enxergar o sistema jurídico como um instrumento que assegura igualdade e cidadania, ele o interpreta como um espaço que frequentemente reflete as desigualdades sociais presentes no país.
Nas análises do autor, o modo como as leis são aplicadas e como as instituições jurídicas atuam demonstra que a justiça brasileira não trata todos da mesma forma. As práticas cotidianas dentro do sistema penal, segundo ele, acabam privilegiando certos grupos e desfavorecendo outros, perpetuando assim relações desiguais de poder.
Por esse motivo, é incorreto afirmar que Kant de Lima considera o sistema jurídico nacional promotor de igualdade e cidadania plena. Suas pesquisas vão na direção contrária: mostram que o aparato legal e político reproduz exclusões e mantém privilégios históricos, impedindo que a justiça funcione de maneira realmente equitativa.
Em resumo, a proposição apresentada está errada, pois contradiz a visão crítica do autor sobre a estrutura e o funcionamento do sistema de justiça brasileiro.