A dor é um fenômeno frequente no pós-operatório, podendo resultar em sofrimen...

A dor é um fenômeno frequente no pós-operatório, podendo resultar em sofrimento e riscos desnecessários ao paciente. Sobre a conduta do enfermeiro, no alívio da dor no pós-operatório, analise as se...


A dor é um fenômeno frequente no pós-operatório, podendo resultar em sofrimento e riscos desnecessários ao paciente. Sobre a conduta do enfermeiro, no alívio da dor no pós-operatório, analise as seguintes afirmativas e assinale a alternativa CORRETA. 

I. A dor aguda deve ser avaliada pelo enfermeiro no momento da chegada do paciente na sala de recuperação pós-anestésica - SRPA - e na unidade de internação. Seu controle eficaz inibe os reflexos nociceptivos, permitindo uma mobilização ativa, deambulação precoce e nutrição oral eficaz.
II. A mensuração da dor, apesar de ser importante para o tratamento, quer seja através de autorrelato, quer seja através da observação do comportamento, quer seja, ainda, através da avaliação de variáveis biológicas, não é importante no pós-operatório, uma vez que tal quadro é inerente a qualquer intervenção cirúrgica e a terapêutica medicamentosa estará sempre presente.
III. O controle da dor, no pós-operatório, deve ser instituído antes da cirurgia com analgesia preemptiva ou preventiva, independente do tipo e porte da cirurgia, somente através de fármacos, visando diminuir a sensibilização central e a intensidade da dor no pós-operatório.
IV. No que se refere às intervenções farmacológicas para o controle da dor pós-operatória, a Organização Mundial da Saúde - OMS - recomenda a utilização da escada de analgesia, onde se incluem anti-inflamatórios não hormonais - AINHs -, opióides, medicações adjuvantes e analgesia controlada pelo paciente - ACP -.
V. As intervenções não farmacológicas visam reduzir a ansiedade, o estresse emocional e promovem conforto, incluindo: utilização de práticas complementares, como a calatonia, aplicação de calor e frio e minimização de ruídos.

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  • Camila Duarte
    Camila Duarte
    31/12/1969 • 21:00
    Gabarito: c)

    Comentário:

    I. A dor aguda deve ser avaliada pelo enfermeiro no momento da chegada do paciente na sala de recuperação pós-anestésica - SRPA - e na unidade de internação. Seu controle eficaz inibe os reflexos nociceptivos, permitindo uma mobilização ativa, deambulação precoce e nutrição oral eficaz.
    Comentário: A avaliação e controle da dor aguda são fundamentais para o bem-estar do paciente no pós-operatório, permitindo uma recuperação mais rápida e eficaz.

    II. A mensuração da dor, apesar de ser importante para o tratamento, quer seja através de autorrelato, quer seja através da observação do comportamento, quer seja, ainda, através da avaliação de variáveis biológicas, não é importante no pós-operatório, uma vez que tal quadro é inerente a qualquer intervenção cirúrgica e a terapêutica medicamentosa estará sempre presente.
    Comentário: A mensuração da dor é essencial no pós-operatório para adequar o tratamento analgésico às necessidades de cada paciente, garantindo um controle eficaz da dor.

    III. O controle da dor, no pós-operatório, deve ser instituído antes da cirurgia com analgesia preemptiva ou preventiva, independente do tipo e porte da cirurgia, somente através de fármacos, visando diminuir a sensibilização central e a intensidade da dor no pós-operatório.
    Comentário: A analgesia preemptiva é uma estratégia importante para reduzir a intensidade da dor no pós-operatório, sendo recomendada em diversos tipos de cirurgias.

    IV. No que se refere às intervenções farmacológicas para o controle da dor pós-operatória, a Organização Mundial da Saúde - OMS - recomenda a utilização da escada de analgesia, onde se incluem anti-inflamatórios não hormonais - AINHs -, opióides, medicações adjuvantes e analgesia controlada pelo paciente - ACP -.
    Comentário: A escada analgésica da OMS é uma abordagem amplamente utilizada para o tratamento da dor, incluindo diferentes tipos de medicamentos e estratégias para o controle da dor pós-operatória.

    V. As intervenções não farmacológicas visam reduzir a ansiedade, o estresse emocional e promovem conforto, incluindo: utilização de práticas complementares, como a calatonia, aplicação de calor e frio e minimização de ruídos.
    Comentário: As intervenções não farmacológicas são importantes para complementar o tratamento da dor pós-operatória, contribuindo para o bem-estar do paciente e para a melhoria do seu conforto durante a recuperação.
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