Gabarito: d)
Quando falamos de partes do corpo que têm formato cônico, como a perna ou o antebraço, a bandagem precisa ser aplicada de uma forma que acompanhe essa mudança de diâmetro, garantindo que o curativo fique firme e não escorregue. A atadura em espiral reversa é justamente essa técnica: ela é aplicada em forma de espiral, mas com uma pequena dobra para trás, permitindo que a bandagem aumente ou diminua de largura conforme o formato do membro. Isso evita que a bandagem fique frouxa ou muito apertada.
As outras opções, como a espiral oblíqua, são usadas para partes mais uniformes, e a cruzada ou recorrente têm finalidades diferentes. Por isso, para membros cônicos, a espiral reversa é a escolha correta.
Quando falamos de partes do corpo que têm formato cônico, como a perna ou o antebraço, a bandagem precisa ser aplicada de uma forma que acompanhe essa mudança de diâmetro, garantindo que o curativo fique firme e não escorregue. A atadura em espiral reversa é justamente essa técnica: ela é aplicada em forma de espiral, mas com uma pequena dobra para trás, permitindo que a bandagem aumente ou diminua de largura conforme o formato do membro. Isso evita que a bandagem fique frouxa ou muito apertada.
As outras opções, como a espiral oblíqua, são usadas para partes mais uniformes, e a cruzada ou recorrente têm finalidades diferentes. Por isso, para membros cônicos, a espiral reversa é a escolha correta.