Um homem de 56 anos de idade foi admitido em uma unidade cirúrgica 6 horas após se s...
Responda: Um homem de 56 anos de idade foi admitido em uma unidade cirúrgica 6 horas após se submeter a cirurgia de ressecção de cólon para tratamento de câncer. Encontra-se sonolento, com o abdome ligeir...
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Por Camila Duarte em 31/12/1969 21:00:00
Gabarito: b)
A afirmação de que se deve fechar a sonda nasogástrica e providenciar uma dieta leve para o paciente é incorreta. Após uma cirurgia de ressecção de cólon, é comum que o paciente tenha uma sonda nasogástrica para drenagem gástrica, especialmente se houver sinais de distensão abdominal ou vômitos, o que pode indicar uma paralisia ou diminuição da motilidade intestinal (íleo paralítico). A presença de drenagem esverdeada pela sonda nasogástrica sugere que ainda há produção de sucos gástricos e que o trato gastrointestinal pode não estar pronto para processar alimentos sólidos ou leves.
Além disso, a administração de uma dieta oral precoce em um paciente que acabou de passar por uma cirurgia significativa no trato gastrointestinal pode levar a complicações como náuseas, vômitos, distensão abdominal e até deiscência de sutura (reabertura da incisão cirúrgica). Portanto, a decisão de iniciar a alimentação oral deve ser cuidadosamente avaliada pelo médico responsável, baseando-se na recuperação da motilidade intestinal do paciente e na ausência de sinais de complicações. Normalmente, a dieta é reintroduzida gradualmente, começando com líquidos claros e avançando conforme a tolerância do paciente.
A afirmação de que se deve fechar a sonda nasogástrica e providenciar uma dieta leve para o paciente é incorreta. Após uma cirurgia de ressecção de cólon, é comum que o paciente tenha uma sonda nasogástrica para drenagem gástrica, especialmente se houver sinais de distensão abdominal ou vômitos, o que pode indicar uma paralisia ou diminuição da motilidade intestinal (íleo paralítico). A presença de drenagem esverdeada pela sonda nasogástrica sugere que ainda há produção de sucos gástricos e que o trato gastrointestinal pode não estar pronto para processar alimentos sólidos ou leves.
Além disso, a administração de uma dieta oral precoce em um paciente que acabou de passar por uma cirurgia significativa no trato gastrointestinal pode levar a complicações como náuseas, vômitos, distensão abdominal e até deiscência de sutura (reabertura da incisão cirúrgica). Portanto, a decisão de iniciar a alimentação oral deve ser cuidadosamente avaliada pelo médico responsável, baseando-se na recuperação da motilidade intestinal do paciente e na ausência de sinais de complicações. Normalmente, a dieta é reintroduzida gradualmente, começando com líquidos claros e avançando conforme a tolerância do paciente.
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