Gabarito: a)
O paciente apresenta cirrose hepática, uma condição crônica que pode levar a diversas complicações, entre elas sangramentos e hemorragias gastrintestinais. Isso ocorre devido à hipertensão portal, que é comum na cirrose, causando varizes esofágicas e gástricas que podem romper e sangrar.
Além disso, a cirrose pode levar a alterações na coagulação sanguínea, já que o fígado é responsável pela produção de fatores de coagulação. A presença de equimoses e púrpuras no paciente indica possível alteração na coagulação, aumentando o risco de sangramentos.
Portanto, é fundamental monitorar criteriosamente os sinais vitais, as secreções gastrintestinais (para detectar sangue oculto ou visível) e os exames laboratoriais como hematócrito e hemoglobina, que indicam perda sanguínea e anemia.
Essa abordagem é essencial para a detecção precoce de complicações hemorrágicas e para a tomada de medidas terapêuticas adequadas, prevenindo desfechos graves.
Fazendo uma segunda análise, todos os sinais e sintomas, bem como o contexto clínico do paciente, reforçam a necessidade dessa vigilância rigorosa, confirmando que a alternativa correta é a letra a).
O paciente apresenta cirrose hepática, uma condição crônica que pode levar a diversas complicações, entre elas sangramentos e hemorragias gastrintestinais. Isso ocorre devido à hipertensão portal, que é comum na cirrose, causando varizes esofágicas e gástricas que podem romper e sangrar.
Além disso, a cirrose pode levar a alterações na coagulação sanguínea, já que o fígado é responsável pela produção de fatores de coagulação. A presença de equimoses e púrpuras no paciente indica possível alteração na coagulação, aumentando o risco de sangramentos.
Portanto, é fundamental monitorar criteriosamente os sinais vitais, as secreções gastrintestinais (para detectar sangue oculto ou visível) e os exames laboratoriais como hematócrito e hemoglobina, que indicam perda sanguínea e anemia.
Essa abordagem é essencial para a detecção precoce de complicações hemorrágicas e para a tomada de medidas terapêuticas adequadas, prevenindo desfechos graves.
Fazendo uma segunda análise, todos os sinais e sintomas, bem como o contexto clínico do paciente, reforçam a necessidade dessa vigilância rigorosa, confirmando que a alternativa correta é a letra a).