A chamada Geração de 1870 (composta por intelectuais, políticos e cientistas influenciados pelo Positivismo, Darwinismo Social e Determinismo Geográfico) introduziu no Brasil um debate científico sobre a modernização do país que passava, obrigatoriamente, pela questão racial.
Embora muitos intelectuais dessa geração fossem abolicionistas, o abolicionismo de grande parte da elite não era necessariamente pautado pela igualdade de direitos, mas pela ideia de que a escravidão era um "atraso" ao progresso nacional. O fortalecimento das teorias racistas europeias (como as de Gobineau) levou à crença de que o Brasil precisava de um "branqueamento" para prosperar.
A consequência na imigração: Isso influenciou diretamente a escolha pela imigração europeia em detrimento da integração do ex-escravizado no mercado de trabalho. O imigrante europeu era visto não apenas como mão de obra qualificada, mas como um elemento "civilizador" e capaz de regenerar a composição étnica da nação através da miscigenação orientada ao branco.
Leia a bibliografia de Lilia Schwarcz (O Espetáculo das Raças)
Embora muitos intelectuais dessa geração fossem abolicionistas, o abolicionismo de grande parte da elite não era necessariamente pautado pela igualdade de direitos, mas pela ideia de que a escravidão era um "atraso" ao progresso nacional. O fortalecimento das teorias racistas europeias (como as de Gobineau) levou à crença de que o Brasil precisava de um "branqueamento" para prosperar.
A consequência na imigração: Isso influenciou diretamente a escolha pela imigração europeia em detrimento da integração do ex-escravizado no mercado de trabalho. O imigrante europeu era visto não apenas como mão de obra qualificada, mas como um elemento "civilizador" e capaz de regenerar a composição étnica da nação através da miscigenação orientada ao branco.
Leia a bibliografia de Lilia Schwarcz (O Espetáculo das Raças)