O erro reside na cronologia exata e nos detalhes das denominações administrativas, um tipo de "peadinha" comum em provas de alto nível como o CACD, que exige precisão sobre a evolução do território.
A Data Inicial: A criação do Estado do Maranhão (separado do Estado do Brasil) ocorreu em 1621 (sob o reinado de Filipe III, durante a União Ibérica), e não em 1626. O objetivo era facilitar a defesa do Norte contra invasores estrangeiros e a comunicação direta com Lisboa, já que as correntes marítimas dificultavam a ligação entre Belém/São Luís e Salvador.
As Sedes e Mudanças de Nome:
De 1621 a 1751, chamou-se Estado do Maranhão (com sede em São Luís).
Em 1751, sob a administração pombalina, o nome foi invertido para Estado do Grão-Pará e Maranhão, e a sede foi transferida para Belém, refletindo a maior importância econômica e estratégica da Amazônia naquele momento.
A Data Final: A divisão em dois estados perdurou até 1775 (e não 1772), quando o Marquês de Pombal unificou administrativamente a América Portuguesa sob o comando de um único Vice-Rei no Rio de Janeiro, visando maior controle fiscal e militar.
A Data Inicial: A criação do Estado do Maranhão (separado do Estado do Brasil) ocorreu em 1621 (sob o reinado de Filipe III, durante a União Ibérica), e não em 1626. O objetivo era facilitar a defesa do Norte contra invasores estrangeiros e a comunicação direta com Lisboa, já que as correntes marítimas dificultavam a ligação entre Belém/São Luís e Salvador.
As Sedes e Mudanças de Nome:
De 1621 a 1751, chamou-se Estado do Maranhão (com sede em São Luís).
Em 1751, sob a administração pombalina, o nome foi invertido para Estado do Grão-Pará e Maranhão, e a sede foi transferida para Belém, refletindo a maior importância econômica e estratégica da Amazônia naquele momento.
A Data Final: A divisão em dois estados perdurou até 1775 (e não 1772), quando o Marquês de Pombal unificou administrativamente a América Portuguesa sob o comando de um único Vice-Rei no Rio de Janeiro, visando maior controle fiscal e militar.