Desde 2011, a crise na Síria tem gerado sérias dissensões entre os membros do...

Desde 2011, a crise na Síria tem gerado sérias dissensões entre os membros do Conselho de Segurança da ONU, colocando em xeque a capacidade do órgão de oferecer solução para um dos mais graves conf...


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Desde 2011, a crise na Síria tem gerado sérias dissensões entre os membros do Conselho de Segurança da ONU, colocando em xeque a capacidade do órgão de oferecer solução para um dos mais graves conflitos do mundo. No que concerne à atuação da ONU e à posição do Brasil a respeito do conflito sírio, julgue (C ou E) o item subsequente. 
 
Ante a incapacidade do Conselho de Segurança em conter o conflito na Síria, o Brasil passou a apoiar firmemente a busca de uma solução em foros alternativos, sem a participação da ONU, tendo chegado a defender, por meio de nota oficial, uma intervenção humanitária com o propósito de se criar uma zona de exclusão aérea e viabilizar a criação de corredores para a assistência a civis. 
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  • Marcos de Castro
    Marcos de Castro EQUIPE
    05/01/2025 • 08:49
    Gabarito: a) Certo

    A atuação do Brasil em relação ao conflito sírio foi marcada pelo apoio a soluções em foros alternativos devido à incapacidade do Conselho de Segurança da ONU em conter a crise. O Brasil defendeu, por meio de nota oficial, a possibilidade de intervenção humanitária para criar uma zona de exclusão aérea e estabelecer corredores para assistência aos civis. Essa posição demonstra a busca por alternativas para solucionar o conflito, mesmo que fora do âmbito da ONU.
  • Yumi Fujii
    Yumi Fujii
    27/03/2026 • 20:14
    A Exceção da Síria: Embora o Brasil defenda a ONU como pilar central, naquele momento específico (início da crise), o governo brasileiro (Gestão Dilma/Patriota) criticou abertamente a paralisia do Conselho de Segurança devido aos sucessivos vetos de Rússia e China.

    Foros Alternativos: O Brasil passou a participar e apoiar discussões na Assembleia Geral da ONU e no Conselho de Direitos Humanos em Genebra como alternativas à trava do Conselho de Segurança. A banca interpretou "foros alternativos" não como "fora do sistema internacional", mas como instâncias fora do CSNU.

    A Questão da Zona de Exclusão: Este é o ponto mais polêmico. O Brasil, em notas oficiais da época, mencionou a necessidade de garantir corredores humanitários. Embora sejamos contra o uso da força para derrubar governos, houve um breve momento em que a diplomacia brasileira admitiu discutir medidas de proteção a civis, desde que sob o rigoroso controle do Direito Internacional (o que deu origem à proposta da Responsabilidade ao Proteger).
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