Marcos de Castro
EQUIPE
10/09/2026 • 05:02
Essa questão aborda um tema muito importante no ensino de farmacologia, que é a conduta ética, profissional e educativa diante de informações e atitudes equivocadas apresentadas por alunos. Comum em aulas práticas e expositivas, professores frequentemente têm que lidar com casos em que alunos trazem opiniões ou práticas incorretas, e o modo como o docente responde influencia diretamente na formação dos futuros profissionais.
No caso descrito, o aluno demonstra total desconhecimento da legislação vigente e dos princípios éticos ao afirmar que não é necessário prescrição para administrar corticosteroides injetáveis e ainda comenta que realizou essa prática em sua drogaria, o que caracteriza prática ilegal e perigosa.
O momento é ideal para o professor usar essa fala como uma oportunidade pedagógica, transmitir conhecimento farmacológico sobre os riscos da automedicação, principalmente com corticosteróides, que podem causar efeitos colaterais graves, e reforçar a importância da prescrição médica. Ademais, é fundamental explicar os aspectos éticos e morais da prática, deixando claro as penalidades legais aplicáveis, para conscientizar toda a turma sobre a seriedade do tema.
Entre as alternativas, apenas a alternativa 'd' propõe uma abordagem completa: usar a fala do aluno para educar toda a turma - sobre farmacologia, riscos, ética, moral e legislação - de modo que todo o grupo se beneficie do aprendizado e que o aluno em questão receba um feedback construtivo e firme para corrigir sua postura.
As outras alternativas são insuficientes por ignorar o problema, deixar de orientar, ou restringir a discussão a áreas parciais (somente ética ou somente farmacologia).
Portanto, a conduta mais correta é a da alternativa 'd'.
No caso descrito, o aluno demonstra total desconhecimento da legislação vigente e dos princípios éticos ao afirmar que não é necessário prescrição para administrar corticosteroides injetáveis e ainda comenta que realizou essa prática em sua drogaria, o que caracteriza prática ilegal e perigosa.
O momento é ideal para o professor usar essa fala como uma oportunidade pedagógica, transmitir conhecimento farmacológico sobre os riscos da automedicação, principalmente com corticosteróides, que podem causar efeitos colaterais graves, e reforçar a importância da prescrição médica. Ademais, é fundamental explicar os aspectos éticos e morais da prática, deixando claro as penalidades legais aplicáveis, para conscientizar toda a turma sobre a seriedade do tema.
Entre as alternativas, apenas a alternativa 'd' propõe uma abordagem completa: usar a fala do aluno para educar toda a turma - sobre farmacologia, riscos, ética, moral e legislação - de modo que todo o grupo se beneficie do aprendizado e que o aluno em questão receba um feedback construtivo e firme para corrigir sua postura.
As outras alternativas são insuficientes por ignorar o problema, deixar de orientar, ou restringir a discussão a áreas parciais (somente ética ou somente farmacologia).
Portanto, a conduta mais correta é a da alternativa 'd'.