Matheus Fernandes
EQUIPE
10/09/2026 • 05:02
A neurocriptococose é uma infecção fúngica grave, frequentemente encontrada em pacientes com imunossupressão, especialmente aqueles com AIDS. O tratamento padrão desta condição envolve inicialmente uma fase de ataque para controlar a infecção, seguida de uma fase de manutenção para evitar recaídas.
Na fase de ataque, o fármaco mais comumente utilizado é a Anfotericina B devido à sua potente ação antifúngica. Já na fase de manutenção, utiliza-se o fluconazol, que é eficaz para prevenir a recidiva da infecção, além de ser administrado por tempo prolongado com menor toxicidade.
As outras drogas citadas nas alternativas, como secnidazol, metronidazol e itraconazol, não são empregadas rotineiramente no tratamento da neurocriptococose, especialmente nas fases mencionadas. Portanto, a alternativa correta é a que apresenta a Anfotericina B na fase de ataque e o fluconazol na fase de manutenção.
Na fase de ataque, o fármaco mais comumente utilizado é a Anfotericina B devido à sua potente ação antifúngica. Já na fase de manutenção, utiliza-se o fluconazol, que é eficaz para prevenir a recidiva da infecção, além de ser administrado por tempo prolongado com menor toxicidade.
As outras drogas citadas nas alternativas, como secnidazol, metronidazol e itraconazol, não são empregadas rotineiramente no tratamento da neurocriptococose, especialmente nas fases mencionadas. Portanto, a alternativa correta é a que apresenta a Anfotericina B na fase de ataque e o fluconazol na fase de manutenção.