Gabarito: a)
O soneto de Antero de Quental é marcado por uma profunda reflexão sobre as experiências passadas do eu lírico, que são vistas como caminhos vãos e fontes de pranto. A expressão 'Pó e cinzas, onde houve flor e encantos!' e 'E noite, onde foi luz de primavera!' ilustram uma visão melancólica e desiludida da vida, caracterizando o pessimismo mencionado na alternativa a).
O poema contrasta a desesperança inicial com uma visão mais resiliente do coração, que, apesar das adversidades ('Na escola da tortura repetida'), ainda consegue ver o amor e atribuir significado à vida ('Viver não foi em vão, se é isto a vida').
Essa dualidade entre a análise melancólica e a resiliência do coração reforça o sentido de pessimismo, não como uma negação total da vida, mas como uma reflexão crítica sobre as dores e desilusões vividas, o que justifica a escolha da alternativa a) como a correta.
O soneto de Antero de Quental é marcado por uma profunda reflexão sobre as experiências passadas do eu lírico, que são vistas como caminhos vãos e fontes de pranto. A expressão 'Pó e cinzas, onde houve flor e encantos!' e 'E noite, onde foi luz de primavera!' ilustram uma visão melancólica e desiludida da vida, caracterizando o pessimismo mencionado na alternativa a).
O poema contrasta a desesperança inicial com uma visão mais resiliente do coração, que, apesar das adversidades ('Na escola da tortura repetida'), ainda consegue ver o amor e atribuir significado à vida ('Viver não foi em vão, se é isto a vida').
Essa dualidade entre a análise melancólica e a resiliência do coração reforça o sentido de pessimismo, não como uma negação total da vida, mas como uma reflexão crítica sobre as dores e desilusões vividas, o que justifica a escolha da alternativa a) como a correta.