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“Isto é claro – diziam os mareantes – que depois deste Cabo não há aí gente nem ...
Responda: “Isto é claro – diziam os mareantes – que depois deste Cabo não há aí gente nem povoação alguma (...) e as correntes são tamanhas, que navio que lá passe, jamais nunca poderá tornar.”...
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Por Yumi Fujii em 31/12/1969 21:00:00
I. Correta: A ultrapassagem do Cabo Bojador em 1434 por Gil Eanes foi o grande marco psicológico e técnico da expansão. Antes dele, acreditava-se que o mar "fervia" e que monstros habitavam as águas ao sul. Superar esse ponto permitiu ao Infante D. Henrique avançar o projeto de exploração da costa africana em busca de ouro e de uma rota para as especiarias, consolidando o controle luso sobre o litoral subsaariano.
II. Correta: À medida que avançavam, os portugueses não colonizavam o interior da África, mas estabeleciam feitorias (postos comerciais fortificados no litoral), como a de Arguim e, mais tarde, São Jorge da Mina. Nessas bases, iniciou-se o comércio de ouro, pimenta e, crucialmente, o tráfico de seres humanos escravizados, que financiava as etapas seguintes das navegações.
III. Correta: O imaginário medieval foi um motor poderoso. A lenda do Preste João — um rei cristão poderoso que supostamente vivia cercado por muçulmanos — alimentava a esperança de uma aliança militar e religiosa para cercar o Islã e retomar Jerusalém. Essa busca motivou tanto exploradores marítimos quanto enviados por terra (como Pêro da Covilhã).
II. Correta: À medida que avançavam, os portugueses não colonizavam o interior da África, mas estabeleciam feitorias (postos comerciais fortificados no litoral), como a de Arguim e, mais tarde, São Jorge da Mina. Nessas bases, iniciou-se o comércio de ouro, pimenta e, crucialmente, o tráfico de seres humanos escravizados, que financiava as etapas seguintes das navegações.
III. Correta: O imaginário medieval foi um motor poderoso. A lenda do Preste João — um rei cristão poderoso que supostamente vivia cercado por muçulmanos — alimentava a esperança de uma aliança militar e religiosa para cercar o Islã e retomar Jerusalém. Essa busca motivou tanto exploradores marítimos quanto enviados por terra (como Pêro da Covilhã).
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