Gabarito: a)
Em geral, durante o período perioperatório, é recomendado que o paciente continue utilizando as medicações anti-hipertensivas, especialmente os betabloqueadores e inibidores da enzima conversora de angiotensina (IECA), para evitar descompensações da pressão arterial.
A suspensão abrupta dessas medicações pode levar a crises hipertensivas e aumento do risco cardiovascular no intra e pós-operatório. Portanto, a continuidade do tratamento anti-hipertensivo é uma prática comum e recomendada para garantir estabilidade hemodinâmica.
Entretanto, algumas medicações podem ser avaliadas individualmente, como diuréticos, que podem ser suspensos para evitar desequilíbrios eletrolíticos, mas, de modo geral, os anti-hipertensivos são mantidos.
A avaliação pré-operatória deve sempre considerar o tipo de cirurgia, o risco cardiovascular do paciente e as medicações em uso, mas a regra geral é a manutenção dos anti-hipertensivos para minimizar complicações.
Em geral, durante o período perioperatório, é recomendado que o paciente continue utilizando as medicações anti-hipertensivas, especialmente os betabloqueadores e inibidores da enzima conversora de angiotensina (IECA), para evitar descompensações da pressão arterial.
A suspensão abrupta dessas medicações pode levar a crises hipertensivas e aumento do risco cardiovascular no intra e pós-operatório. Portanto, a continuidade do tratamento anti-hipertensivo é uma prática comum e recomendada para garantir estabilidade hemodinâmica.
Entretanto, algumas medicações podem ser avaliadas individualmente, como diuréticos, que podem ser suspensos para evitar desequilíbrios eletrolíticos, mas, de modo geral, os anti-hipertensivos são mantidos.
A avaliação pré-operatória deve sempre considerar o tipo de cirurgia, o risco cardiovascular do paciente e as medicações em uso, mas a regra geral é a manutenção dos anti-hipertensivos para minimizar complicações.