Uma mulher grávida com 34 semanas de gestação, sem história de epilepsia ou qualquer outra doença convulsiva, foi atendida no setor de urgência de uma maternidade apresentando convulsões tônico-clônicas generalizadas, quadro hipertensivo e proteinúria. A síndrome hipertensiva que caracteriza esse quadro é a
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O período da gestação pode suscitar as mais diversas emoções e até mesmo sintomas físicos. Assim como as mulheres gestantes, é comum que o futuro pai engorde, sofra enjoos, tenha desejos, crises de choro, dentre outros. Tais sintomas não representam um distúrbio ou uma doença, pelo contrário, podem demonstrar que o homem assumiu e deseja a gravidez juntamente com a sua parceira. Esses sintomas são conhecidos como
✂️ C) Gravidez hidatiforme.
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As alterações hipertensivas da gestação estão associadas a complicações graves fetais e maternas e a um risco maior de mortalidade materna e perinatal. Por isso, o Ministério da Saúde recomenda a medida da pressão arterial (PA) em todas as consultas de pré -natal. Define-se hipertensão arterial na gestação como a presença de
✂️ A) PAS ≥130 mmHg e/ou PAD ≥80 mmHg confirmada por outra medida realizada com intervalo de 24 horas entre as medidas.
✂️ B) PAS ≥120 mmHg e/ou PAD ≥80 mmHg antes da 20ª semana, associada a proteinúria significativa.
✂️ C) PAS ≥140 mmHg e/ou PAD ≥90 mmHg confirmada por outra medida realizada com intervalo de 4 horas entre as medidas.
✂️ D) PAS ≥110 mmHg e/ou PAD ≥80 mmHg associada a oligúria (≥ 25 ml/h), cefaleia ou distúrbios visuais persistentes.
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