“Inteligência e sabedoria não são a mesma coisa. Entretanto, na linguagem cot...

“Inteligência e sabedoria não são a mesma coisa. Entretanto, na linguagem cotidiana, usamos os dois termos indistintamente”. Nesse segmento do texto 2, o conector “entretanto” só NÃO...


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Texto 2:

Inteligência e sabedoria não são a mesma coisa. Entretanto, na linguagem cotidiana, usamos os dois termos indistintamente. Vivemos em uma sociedade onde a eficiência e os resultados são valorizados. Aparentemente, apenas os mais inteligentes estão destinados a obter sucesso. No entanto, apenas os sábios conseguem uma felicidade autêntica. Eles são guiados por valores e preocupados em fazer uso da bondade, aplicando uma visão mais otimista à vida.

Se procurarmos agora no dicionário o termo sabedoria, será encontrada uma definição simples: a faculdade das pessoas de agir de maneira sensata, prudente ou correta. Sendo assim, a primeira pergunta que vem à mente é: a inteligência não nos dá a capacidade de nos movimentarmos no nosso dia a dia da mesma maneira? Um QI médio ou alto não nos garante a capacidade de tomar decisões acertadas?

É claro que sim. Também é claro que quando falamos de inteligência surgem diferentes nuances. Por isso, o tipo de personalidade e a maturidade emocional são fatores que influenciam mais concretamente as realizações das pessoas. Isso também é verdadeiro em relação à capacidade de investir mais ou menos em seu próprio bem-estar e no dos outros.

Em vista disso, inteligência e sabedoria são dois conceitos interessantes. Assim, poderemos ter uma ideia mais precisa e útil do que realmente são. Afinal, se queremos algo, além de ter um alto QI, é necessário desenvolver uma sabedoria excepcional e moldar uma personalidade virtuosa. Isso vai um passo além do cognitivo e do emocional. “A verdadeira sabedoria está em reconhecer a própria ignorância.” Sócrates.

Disponível em https:amentemaravilhosa.com.br/inteligencia-e-sabedoria/
“Inteligência e sabedoria não são a mesma coisa. Entretanto, na linguagem cotidiana, usamos os dois termos indistintamente”.

Nesse segmento do texto 2, o conector “entretanto” só NÃO pode ser substituído de forma semanticamente adequada por:
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  • Matheus Fernandes
    Matheus Fernandes EQUIPE
    08/01/2025 • 17:03
    Gabarito: c)

    No segmento do texto 2, o conector "entretanto" está sendo utilizado para estabelecer uma relação de contraste entre as ideias apresentadas anteriormente e as que serão apresentadas em seguida.

    Vamos analisar as opções de conector e verificar qual delas não pode substituir "entretanto" de forma semanticamente adequada:

    a) contudo: Este conector pode ser utilizado de forma adequada, pois também indica oposição ou contraste entre as ideias.

    b) todavia: Assim como "contudo", "todavia" também pode ser utilizado para expressar oposição ou contraste, sendo uma substituição adequada.

    c) conquanto: O termo "conquanto" é um conectivo que também expressa oposição ou restrição, sendo uma alternativa válida para substituir "entretanto".

    d) no entanto: "No entanto" é um sinônimo de "entretanto" e pode ser utilizado de forma adequada para estabelecer contraste entre as ideias.

    e) porém: Da mesma forma que as outras opções, "porém" é um conectivo que indica oposição ou contraste, sendo uma substituição semanticamente adequada para "entretanto".

    Portanto, a opção que não pode substituir "entretanto" de forma semanticamente adequada é a letra c) conquanto.
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