A abordagem estatista compreende uma gestão estritamente relacionada por atores governamentais (estatistas/públicos), isto é, os que têm suas atribuições criadas e definidas pelo poder estatal, como agentes políticos, burocratas e juízes. Para esse método, o Estado detém a exclusividade para fazer as políticas públicas, e o que vai determinar se uma política é considerada "pública" é a personalidade jurídica do "ator principal" dessa política.
Já a abordagem multicêntrica, de outro modo, descentraliza a formulação política, porque a ideia é que a importância é que não é quem formula a política (pode ser qualquer um, atores estatistas ou não), e sim a origem do problema a ser enfrentado. Ou seja, considera que o Estado não é exclusivo para exercer as políticas, e sim atores governamentais, como organizações privadas, ONGs, e organizações multilaterais podem ser os protagonistas das políticas públicas.
A questão está certa.
Já a abordagem multicêntrica, de outro modo, descentraliza a formulação política, porque a ideia é que a importância é que não é quem formula a política (pode ser qualquer um, atores estatistas ou não), e sim a origem do problema a ser enfrentado. Ou seja, considera que o Estado não é exclusivo para exercer as políticas, e sim atores governamentais, como organizações privadas, ONGs, e organizações multilaterais podem ser os protagonistas das políticas públicas.
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