Matheus Fernandes
EQUIPE
10/10/2026 • 05:01
A questão aborda o processo de descentralização das políticas sociais no Brasil nas décadas de 80 e 90, tema central nos estudos da ciência política e administração pública que tratam do Estado federativo brasileiro. Marta Arretche destaca que essa descentralização não foi homogênea, ou seja, variou conforme o tipo de política social e região.
Neste contexto, a retomada das eleições diretas em níveis municipais e estaduais e o reconhecimento dos municípios como entes federativos autônomos pela Constituição de 1988 são elementos que fortalecem a autonomia local e estadual. Além disso, a descentralização fiscal, que significa a transferência de recursos financeiros aos governos subnacionais, aumenta a capacidade desses entes para formular e implementar políticas públicas. Portanto, esses fatores favorecem a descentralização, pois ampliam a autonomia e a responsabilidade dessas esferas, facilitando uma gestão mais próxima da população.
Por outro lado, afirmar que esses fatores dificultaram a descentralização coordenada pelo governo federal seria equivocado, já que o federalismo brasileiro prevê justamente essa autonomia relativa, ainda que o governo central tenha um papel de coordenação e regulamentação. O fortalecimento dos entes subnacionais tende a promover a descentralização, mesmo que isso traga desafios para a coordenação nacional. Logo, a afirmação apresentada na questão está incorreta.
Neste contexto, a retomada das eleições diretas em níveis municipais e estaduais e o reconhecimento dos municípios como entes federativos autônomos pela Constituição de 1988 são elementos que fortalecem a autonomia local e estadual. Além disso, a descentralização fiscal, que significa a transferência de recursos financeiros aos governos subnacionais, aumenta a capacidade desses entes para formular e implementar políticas públicas. Portanto, esses fatores favorecem a descentralização, pois ampliam a autonomia e a responsabilidade dessas esferas, facilitando uma gestão mais próxima da população.
Por outro lado, afirmar que esses fatores dificultaram a descentralização coordenada pelo governo federal seria equivocado, já que o federalismo brasileiro prevê justamente essa autonomia relativa, ainda que o governo central tenha um papel de coordenação e regulamentação. O fortalecimento dos entes subnacionais tende a promover a descentralização, mesmo que isso traga desafios para a coordenação nacional. Logo, a afirmação apresentada na questão está incorreta.