Sumaia Santana
EQUIPE
20/09/2025 • 19:41
Gabarito: Alternativa B
A alternativa B é correta porque aborda um fenômeno central da violência urbana: a lacuna do Estado na manutenção da ordem. Quando o Estado não consegue exercer plenamente seu poder de policiamento, fiscalização e garantia dos direitos, surgem espaços onde o crime organizado atua como uma autoridade paralela.
Essas organizações criminosas estabelecem regras internas de conduta, punições e fronteiras territoriais, funcionando quase como um “Estado dentro do Estado”, especialmente em áreas periféricas e favelas das grandes cidades. Esse poder paralelo não apenas organiza atividades ilícitas, como também exerce controle social sobre a população local, substituindo, de certa forma, o Estado em funções como segurança, resolução de conflitos e, às vezes, fornecimento de serviços básicos.
Portanto, a alternativa B vai além da simples afirmação de criminalidade: ela explica a dinâmica do poder paralelo e o impacto da ausência estatal no contexto urbano, alinhando-se diretamente à ideia de que a violência no Brasil não se limita apenas a ações isoladas, mas é sustentada por estruturas organizadas que se aproveitam das falhas do poder público.
A alternativa B é correta porque aborda um fenômeno central da violência urbana: a lacuna do Estado na manutenção da ordem. Quando o Estado não consegue exercer plenamente seu poder de policiamento, fiscalização e garantia dos direitos, surgem espaços onde o crime organizado atua como uma autoridade paralela.
Essas organizações criminosas estabelecem regras internas de conduta, punições e fronteiras territoriais, funcionando quase como um “Estado dentro do Estado”, especialmente em áreas periféricas e favelas das grandes cidades. Esse poder paralelo não apenas organiza atividades ilícitas, como também exerce controle social sobre a população local, substituindo, de certa forma, o Estado em funções como segurança, resolução de conflitos e, às vezes, fornecimento de serviços básicos.
Portanto, a alternativa B vai além da simples afirmação de criminalidade: ela explica a dinâmica do poder paralelo e o impacto da ausência estatal no contexto urbano, alinhando-se diretamente à ideia de que a violência no Brasil não se limita apenas a ações isoladas, mas é sustentada por estruturas organizadas que se aproveitam das falhas do poder público.