Gabarito: e) A alternativa e está incorreta porque o poema “O Ano passado”, de Carlos Drummond de Andrade, não apresenta o eu-lírico sentindo-se culpado pela rotina repetitiva ou por não se desapegar do ano anterior. O poema reflete mais sobre a passagem do tempo e a continuidade da vida, sem atribuir culpa ou sentimento de culpa ao eu-lírico.
As alternativas a, b, c e d estão corretas porque refletem aspectos centrais do poema. Na alternativa a, o eu-lírico realmente considera que a passagem de um ano para outro não traz mudanças substanciais, mostrando uma visão mais filosófica do tempo.
Na alternativa b, a observação da natureza como um ciclo cronológico é uma interpretação coerente, pois o poema sugere a continuidade e repetição dos fenômenos naturais.
A alternativa c está correta ao afirmar que o eu-lírico percebe que os mortos não desaparecem abruptamente, mas que a lembrança deles se apaga gradualmente, o que é uma reflexão sobre a memória e o tempo.
Por fim, a alternativa d é correta ao indicar que o eu-lírico reconhece a dificuldade de desapegar-se do passado, tanto por fatores internos (emocionais) quanto externos (sociais ou circunstanciais).
Assim, a única alternativa incorreta é a e, pois o poema não atribui culpa ao eu-lírico pela repetição ou apego ao passado.
As alternativas a, b, c e d estão corretas porque refletem aspectos centrais do poema. Na alternativa a, o eu-lírico realmente considera que a passagem de um ano para outro não traz mudanças substanciais, mostrando uma visão mais filosófica do tempo.
Na alternativa b, a observação da natureza como um ciclo cronológico é uma interpretação coerente, pois o poema sugere a continuidade e repetição dos fenômenos naturais.
A alternativa c está correta ao afirmar que o eu-lírico percebe que os mortos não desaparecem abruptamente, mas que a lembrança deles se apaga gradualmente, o que é uma reflexão sobre a memória e o tempo.
Por fim, a alternativa d é correta ao indicar que o eu-lírico reconhece a dificuldade de desapegar-se do passado, tanto por fatores internos (emocionais) quanto externos (sociais ou circunstanciais).
Assim, a única alternativa incorreta é a e, pois o poema não atribui culpa ao eu-lírico pela repetição ou apego ao passado.