No trecho “[...] a presença daquelas grandes forças elementares que grit...

No trecho “[...] a presença daquelas grandes forças elementares que gritam para a humanidade [...]”, o “que” funciona morfologicamente como pronome relativo e exerce a função sintática de


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O vento gemera durante o dia todo e a chuva fustigara as janelas com tal fúria que mesmo ali, no coração da grande Londres feita de homens, éramos obrigados a afastar a mente da rotina da vida por um instante e reconhecer a presença daquelas grandes forças elementares que gritam para a humanidade através das grades de sua civilização, como animais indomáveis numa jaula. À medida que a noite se fechava, a tempestade ficava mais intensa e mais ruidosa; na chaminé, o vento chorava e soluçava como uma criança. Adaptado de: Doyle, A. C. Um caso de Sherlock Holmes: as cinco sementes de laranja. Tradução de Maria Luiza X. de A. Borges. Rio de Janeiro: Zahar, 2011. p. 142.

No trecho “[...] a presença daquelas grandes forças elementares que gritam para a humanidade [...]”, o “que” funciona morfologicamente como pronome relativo e exerce a função sintática de

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  • Marcos de Castro
    Marcos de Castro EQUIPE
    07/01/2025 • 12:57
    Gabarito: a)

    No trecho citado, "que" funciona morfologicamente como pronome relativo e exerce a função sintática de sujeito. Os pronomes relativos têm a função de retomar um termo anterior (antecedente) e introduzir uma oração subordinada adjetiva, que irá complementar ou explicar esse termo. No caso, "que" está se referindo a "grandes forças elementares", que é o sujeito da oração subordinada "que gritam para a humanidade". Assim, "que" está desempenhando a função de sujeito nessa estrutura.

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