A Polícia Penal de determinado estado identificou que os agentes responsáveis pelo
atendimento de ocorrências internas nas unidades prisionais precisavam acionar a supervisão para
tomar qualquer decisão, mesmo em situações rotineiras, como a resolução de conflitos menores entre
reeducandos ou a adoção de medidas imediatas de contenção não coercitiva. Esse fluxo gerava
lentidão no atendimento, sobrecarga dos supervisores e desmotivação nos agentes. Com base nesse
diagnóstico, a gestão da instituição adotou uma prática que consiste em conferir aos servidores
autoridade, responsabilidade e acesso às informações necessárias para tomarem decisões dentro de
sua esfera de atuação, sem dependência constante da hierarquia, aliada à capacitação técnica e ao
reconhecimento pelos resultados alcançados. Essa prática de gestão é denominada: