Embora cada profissional possua sua maneira de trabalhar, em geral, os arquitetos seguem algumas etapas comuns, com o objetivo de encaminhar o projeto da melhor forma possível. Ao longo dessas fases, as necessidades são estabelecidas e as soluções vão sendo, aos poucos, materializadas em forma de desenho e maquetes. Não é interessante ter pressa e tentar pular algumas delas, pois isso pode atrasar o processo com dúvidas que surgirão lá na frente.
Nesse sentido, com relação às fases, NÃO é correto afirmar:
✂️ a) ESTUDO PRELIMINAR: começa com uma entrevista com o cliente e futuros usuários da edificação, visando detectar suas necessidades espaciais e preferências. Compreende visitas ao local, para averiguações de medidas, inserção urbana, entorno imediato, insolação etc. e, se necessário, visitas à Prefeitura Municipal para conhecimento da legislação local. Visa determinar a viabilidade do programa e do partido a ser adotado, através de estudos esquemáticos e volumétricos. ✂️ b) ANTEPROJETO: envolve um layout mais detalhado por espaço, incluindo o desenho do mobiliário e de peças especiais, a escolha de tecidos, objetos e acessórios decorativos, além da especificação de luminárias e do detalhamento de gesso e piso. ✂️ c) PROJETO LEGAL: é o projeto apresentado na Prefeitura, para que ela analise se estão sendo obedecidas as leis e normas vigentes. Nele deverão constar a implantação, as plantas dos pavimentos e da cobertura, entre outras, cortes, elevações e/ou fachadas e quadro de áreas, entre outros documentos que variam de cidade para cidade. Com o projeto aprovado, tem-se a liberação do Alvará de Construção, que permite que a obra seja iniciada. ✂️ d) PROJETO EXECUTIVO: apresenta, definitivamente, a arquitetura da edificação, sem que haja incompatibilidades de medidas e formatos, resultantes de possíveis novos dados fornecidos pelos projetos complementares, como os projetos de Fundação, Estrutura, Elétrica, Hidráulica e Paisagismo, entre outros. Somente com ele pronto, é que a obra deve ser iniciada.