P.M.S., de 5 anos de idade, chegou para atendimento fisioterapêutico ambulatorial, acompanhado de sua mãe, com diagnóstico de paralisia cerebral diparética. Apresentou espasticidade em membros inferiores e pequeno deficit em controle de tronco, andava com dispositivo manual de mobilidade em superfícies planas e subia escadas com a assistência de um adulto.
Considerando o caso clínico apresentado e os conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.
Para as crianças classificadas como espásticas, não devem ser estimuladas posturas estáticas. Essas crianças devem ser estimulas a serem mais ativas dentro da postura, exigindo-se o controle ativo do alinhamento e do equilíbrio.