Durante um plantão vespertino em unidade de
pronto atendimento (UPA), três pacientes são admitidos
quase simultaneamente na sala de emergência:
- Paciente A: adulto jovem, vítima de colisão
automobilística, com ferimento lacerante no
tórax direito, saturação de O₂ em 89% e
murmúrio vesicular abolido nesse hemitórax;
- Paciente B: idoso com história de DPOC e
diabetes, apresentando confusão mental
súbita, glicemia capilar de 48 mg/dL, sudorese
intensa e taquicardia;
- Paciente C: gestante de 32 semanas, com
sangramento vaginal moderado e dor
hipogástrica, mas sem sinais de instabilidade
hemodinâmica.
A equipe médica encontra-se em procedimento
cirúrgico em outra unidade, e o enfermeiro da sala de
emergência deve, com base em seu escopo técnico-legal, garantir a estabilização inicial e organizar o plano
de ação assistencial até o suporte médico.
Considerando os princípios do atendimento em
múltiplas vítimas, os protocolos de suporte básico e
avançado de vida, a legislação do exercício profissional
da enfermagem (Lei nº 7.498/1986), e os fundamentos
da classificação de risco e julgamento clínico em
ambiente de urgência, qual conduta representa a
melhor sequência técnico-prioritária e legalmente
respaldada?
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