Vamos analisar detalhadamente cada uma das assertivas para entender por que as afirmações III e IV estão incorretas:
I. Correta: O Clostridium tetani não é um patógeno invasivo. Ele permanece restrito ao local da infecção (geralmente uma ferida profunda e anaeróbia), onde se multiplica e libera as toxinas que causam os efeitos sistêmicos.
II. Correta: O C. tetani produz duas toxinas principais: a tetanoespasmina (responsável pelos sinais neurológicos) e a tetanolisina, que causa hemólise e destruição tecidual local, otimizando o ambiente anaeróbio para o crescimento bacteriano.
III. INCORRETA: Os achados necroscópicos do tétano são notoriamente inespecíficos ou ausentes. A rigidez muscular cessa logo após a morte devido ao relaxamento cadavérico normal, e a doença não causa lesões articulares. O diagnóstico na necropsia baseia-se mais no histórico clínico e na identificação da ferida de entrada do que em lesões macroscópicas macro-estruturais.
IV. INCORRETA: A "postura de cavalete" (ou posição de "cavalo de madeira") é sim uma manifestação clássica do tétano em animais, mas ela é decorrente de uma paralisia espástica (rigidez muscular generalizada), e nunca de flacidez muscular.
V. Correta: O tétano em cordeiros está intimamente ligado a práticas de manejo (como castração, caudectomia e tosquia) se realizadas sem a higiene adequada ou em ambientes contaminados por esporos, tornando a incidência alta nessas situações.
I. Correta: O Clostridium tetani não é um patógeno invasivo. Ele permanece restrito ao local da infecção (geralmente uma ferida profunda e anaeróbia), onde se multiplica e libera as toxinas que causam os efeitos sistêmicos.
II. Correta: O C. tetani produz duas toxinas principais: a tetanoespasmina (responsável pelos sinais neurológicos) e a tetanolisina, que causa hemólise e destruição tecidual local, otimizando o ambiente anaeróbio para o crescimento bacteriano.
III. INCORRETA: Os achados necroscópicos do tétano são notoriamente inespecíficos ou ausentes. A rigidez muscular cessa logo após a morte devido ao relaxamento cadavérico normal, e a doença não causa lesões articulares. O diagnóstico na necropsia baseia-se mais no histórico clínico e na identificação da ferida de entrada do que em lesões macroscópicas macro-estruturais.
IV. INCORRETA: A "postura de cavalete" (ou posição de "cavalo de madeira") é sim uma manifestação clássica do tétano em animais, mas ela é decorrente de uma paralisia espástica (rigidez muscular generalizada), e nunca de flacidez muscular.
V. Correta: O tétano em cordeiros está intimamente ligado a práticas de manejo (como castração, caudectomia e tosquia) se realizadas sem a higiene adequada ou em ambientes contaminados por esporos, tornando a incidência alta nessas situações.