Sumaia Santana
EQUIPE
22/11/2025 • 08:37
Gabarito: Alternativa D
A questão exige a observação articulada entre análise morfológica, reconhecimento de funções sintáticas e leitura interpretativa do poema. Para chegar à solução correta, é indispensável compreender como as palavras operam na oração, como se encadeiam por mecanismos de coesão e de que modo o título dialoga com a composição.
Por que a alternativa D é a correta
Afirmação 2 — válida.
Na sentença inicial (“João amava Teresa”), o termo “Teresa” exerce o papel de objeto direto. Quando a segunda oração retoma essa personagem, ela aparece representada pelo pronome relativo “que”, que assume a função de sujeito em “que amava Raimundo”. Trata-se de um típico procedimento coesivo, que evita repetições e estabelece ligação entre os enunciados.
Afirmação 3 — válida.
A construção “Raimundo morreu de desastre” está organizada em ordem direta: o sujeito (“Raimundo”) antecede o verbo (“morreu”), seguido do adjunto adverbial (“de desastre”), que acrescenta a circunstância da morte. O predicado, portanto, é formado pelo verbo acompanhado desse adjunto.
Afirmação 5 — válida.
As locuções “para o convento”, “de desastre” e “na história” são expressões adverbiais cujo núcleo é um substantivo. Cada uma desempenha a função de adjunto adverbial, oferecendo diferentes enquadramentos situacionais às ações narradas.
Por que as demais afirmações estão erradas
Afirmação 1 — inválida.
A análise apresentada para “que não amava ninguém” está incorreta. Nessa estrutura, “que” funciona como pronome relativo; “não”, como advérbio de negação; “amava”, como verbo; e “ninguém”, como pronome indefinido — e não como adjetivo.
Afirmação 4 — inválida.
O título “Quadrilha” não é fortuito. Ele alude à dança tradicional marcada pela troca de pares, o que metaforiza a dinâmica das relações afetivas descrita no poema, pautada por desencontros sucessivos.
A questão exige a observação articulada entre análise morfológica, reconhecimento de funções sintáticas e leitura interpretativa do poema. Para chegar à solução correta, é indispensável compreender como as palavras operam na oração, como se encadeiam por mecanismos de coesão e de que modo o título dialoga com a composição.
Por que a alternativa D é a correta
Afirmação 2 — válida.
Na sentença inicial (“João amava Teresa”), o termo “Teresa” exerce o papel de objeto direto. Quando a segunda oração retoma essa personagem, ela aparece representada pelo pronome relativo “que”, que assume a função de sujeito em “que amava Raimundo”. Trata-se de um típico procedimento coesivo, que evita repetições e estabelece ligação entre os enunciados.
Afirmação 3 — válida.
A construção “Raimundo morreu de desastre” está organizada em ordem direta: o sujeito (“Raimundo”) antecede o verbo (“morreu”), seguido do adjunto adverbial (“de desastre”), que acrescenta a circunstância da morte. O predicado, portanto, é formado pelo verbo acompanhado desse adjunto.
Afirmação 5 — válida.
As locuções “para o convento”, “de desastre” e “na história” são expressões adverbiais cujo núcleo é um substantivo. Cada uma desempenha a função de adjunto adverbial, oferecendo diferentes enquadramentos situacionais às ações narradas.
Por que as demais afirmações estão erradas
Afirmação 1 — inválida.
A análise apresentada para “que não amava ninguém” está incorreta. Nessa estrutura, “que” funciona como pronome relativo; “não”, como advérbio de negação; “amava”, como verbo; e “ninguém”, como pronome indefinido — e não como adjetivo.
Afirmação 4 — inválida.
O título “Quadrilha” não é fortuito. Ele alude à dança tradicional marcada pela troca de pares, o que metaforiza a dinâmica das relações afetivas descrita no poema, pautada por desencontros sucessivos.