Na fala, “[...] A mocinha, filha dele, dezo...

Na fala, “[...] A mocinha, filha dele, dezoito, vinte, vinte e dois anos, sei lá, veio lá de dentro, atendeu [...]” há quebra de entoação do narrador observ...


Na fala, “[...] A mocinha, filha dele, dezoito, vinte, vinte e dois anos, sei lá, veio lá de dentro, atendeu [...]” há quebra de entoação do narrador observador. Nessa perspectiva, a construção de sentido se dá:

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  • David Castilho
    David Castilho
    31/12/1969 • 21:00
    Gabarito: d)

    A questão aborda a presença de marcas de oralidade na fala do narrador observador, especialmente a quebra de entoação e a transcrição fiel da linguagem oral para o texto escrito.

    A alternativa d) está correta porque reconhece que o texto foi escrito respeitando o contexto anunciativo de realização, ou seja, a linguagem escrita reproduz características da fala oral, como as pausas, hesitações e repetições, que são comuns na comunicação falada.

    As outras alternativas apresentam interpretações equivocadas: a) fala em erro de português pela ausência de vírgula, o que não é o foco; b) trata como erro de ortografia, o que não se aplica, pois o texto busca reproduzir a oralidade; c) considera a passagem como falha e sem sentido, o que ignora a função comunicativa da oralidade; e e) associa a ausência de entoação a uma violação da gramática normativa, o que não é o caso, pois a oralidade tem suas próprias regras e marcas.

    Portanto, a construção de sentido se dá pela presença consciente das marcas de oralidade no texto escrito, que refletem a fala natural do narrador, conforme indicado na alternativa d).
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