Durante muito tempo, os doentes eram tratados, principalmente, com remédios populares. Nas terras não cristãs,
os homens e as mulheres que aplicavam esses tratamentos
eram considerados feiticeiros e feiticeiras. Nas terras cristãs,
a feitiçaria era proibida, mas havia “curandeiros” cristãos a
quem Deus havia dado um saber. As pessoas mais ricas
(senhores e burgueses) eram quase sempre tratadas por
médicos judeus, pois os judeus possuíam conhecimentos de
medicina vindos da Antiguidade.
(Jacques Le Goff. A Idade Média explicada aos meus filhos, 2007. Adaptado.)
Ao tratar das doenças e dos tratamentos médicos na Idade
Média, o texto