No ar que respiramos existem os chamados “gases inertes”. Trazem curiosos ...

No ar que respiramos existem os chamados “gases inertes”. Trazem curiosos nomes gregos, que significam “o Novo”, “o Oculto”, “o Inativo”. E de fato são de tal modo inertes, tão satisfeitos em su...


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No ar que respiramos existem os chamados “gases inertes”. Trazem curiosos nomes gregos, que significam “o Novo”, “o Oculto”, “o Inativo”. E de fato são de tal modo inertes, tão satisfeitos em sua condição, que não interferem em nenhuma reação química, não se combinam com nenhum outro elemento e justamente por esse motivo ficaram sem ser observados durante séculos: só em 1962 um químico, depois de longos e engenhosos esforços, conseguiu forçar “o Estrangeiro” (o xenônio) a combinar-se fugazmente com o flúor ávido e vivaz, e a façanha pareceu tão extraordinária que lhe foi conferido o Prêmio Nobel.

LEVI, P. A tabela periódica. Rio de Janeiro: Relume-Dumará, 1994 (adaptado).

Qual propriedade do flúor justifica sua escolha como reagente para o processo mencionado?

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  • Marcos de Castro
    Marcos de Castro EQUIPE
    05/01/2025 • 20:51
    Gabarito: c)

    A propriedade do flúor que justifica sua escolha como reagente para o processo mencionado é a eletronegatividade. A eletronegatividade é a capacidade que um átomo tem de atrair elétrons para si quando está ligado a outro átomo. O flúor é o elemento mais eletronegativo da tabela periódica, o que significa que ele tem uma grande capacidade de atrair elétrons. Isso o torna um reagente ideal para reações químicas, como a mencionada no texto, onde foi capaz de combinar-se com o xenônio.
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