Chiquinha Gonzaga foi pianista e aprendeu a tocar o instrumento na infância, tendo aulas com o Maestro Lobo.
Já adulta e trabalhando com música, aprimorou a técnica com o renomado pianista português Artur Napoleão dos Santos. Foi graças a isso que a artista se apresentou pela primeira vez como regente no ano de 1885 com a opereta “A Corte na Roça” como regente.
Este fato tem ainda a particularidade da imprensa não saber como se referir a ela, visto que o termo maestrina não existia, pois a presença feminina na música era algo incomum.
No piano, Chiquinha Gonzaga compôs ao todo 2 mil músicas de diversos estilos. A última obra “Canção de Lauro” é de 1933 quando ela tinha 85 anos.
Já adulta e trabalhando com música, aprimorou a técnica com o renomado pianista português Artur Napoleão dos Santos. Foi graças a isso que a artista se apresentou pela primeira vez como regente no ano de 1885 com a opereta “A Corte na Roça” como regente.
Este fato tem ainda a particularidade da imprensa não saber como se referir a ela, visto que o termo maestrina não existia, pois a presença feminina na música era algo incomum.
No piano, Chiquinha Gonzaga compôs ao todo 2 mil músicas de diversos estilos. A última obra “Canção de Lauro” é de 1933 quando ela tinha 85 anos.