1Q942793 | Português, Figuras de Linguagem, Primeiro Semestre, SÃO CAMILO, VUNESP, 2019Texto associado. Leia o trecho da crônica de Machado de Assis, escrita em 1861, para responder à questão. Começo por uma raridade, não uma dessas raridades vulgares de que fala uma personagem de teatro, mas uma raridade vulgarmente rara: — o governo de acordo com a opinião. Os complacentes e os otimistas hão de rir; não assim os julgadores severos; esses dirão consigo: — é verdade! — A opinião havia acolhido com entusiasmo a unificação da Itália; o governo acaba de reconhecer com prazer e sem delongas acintosas o novo reino italiano. Não é caso de milagre, mas também não é comum. Afez-se o país por tal modo a ver no governo o seu primeiro contraditor, que não pôde reprimir uma exclamação quando o viu pressuroso concluir o ato diplomático a que aludo. E por que não havia de fazê-lo? Perguntará o otimista. Eu sei! por descuido, por cortesania, por qualquer outro motivo, mas a regra é invariável: o governo sempre contrariou a opinião. (Comentários da semana, 2008.) Assinale a alternativa que apresenta um trecho do texto e uma figura de linguagem que nele ocorre. ✂️ a) “não assim os julgadores severos; esses dirão consigo: — é verdade!” (2° parágrafo); hipérbole. ✂️ b) “não assim os julgadores severos; esses dirão consigo: — é verdade!” (2° parágrafo); personificação. ✂️ c) “o governo sempre contrariou a opinião” (3° parágrafo); pleonasmo. ✂️ d) “Começo por uma raridade, não uma dessas raridades vulgares de que fala uma personagem de teatro” (1° parágrafo); paradoxo. ✂️ e) “Começo por uma raridade, não uma dessas raridades vulgares de que fala uma personagem de teatro” (1° parágrafo); eufemismo. Resolver questão 🗨️ Comentários 📊 Estatísticas 📁 Salvar 🧠 Mapa Mental 🏳️ Reportar erro