Texto associado. “A antibioticoterapia ‘é o tratamento de pacientes com sinais e sintomas clínicos de infecção pela administração de antimicrobianos. A antibioticoterapia tem a finalidade de curar uma doença infecciosa (cura clínica) ou de combater um agente infeccioso situado em um determinado foco de infecção (cura microbiológica). Pode ser utilizada de forma terapêutica – que implica na utilização de antimicrobianos a partir de um diagnóstico preciso, ou presuntivo da etiologia do processo infeccioso, fundamentado na anamnese, nos exames clínicos e laboratoriais. (...) O princípio básico da terapia anti-infecciosa é a determinação do agente causal da infecção e de sua susceptibilidade aos antimicrobianos’.”
(Ministério da Saúde, 2001. Ministério da Saúde. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Consenso sobre o uso racional de antimicrobianos/ Ministério da Saúde, Agência Nacional de Vigilância Sanitária. – Brasília: 2001.)
Os principais aminoglicosídeos utilizados atualmente em nosso meio são a estreptomicina, a gentamicina, a
tobramicina, a amicacina, a netilmicina, a paramomicina e a espectinomicina. O principal efeito colateral desta classe
de antibióticos que se manifesta clinicamente após 7 a 10 dias de tratamento é:
✂️ a) Diarreia. ✂️ b) Rush cutâneo. ✂️ c) Nefrotoxidade. ✂️ d) Dor abdominal.