Lauro comprou um carro usado de seu vizinho para Marcos, seu
filho que acabara de completar 18 anos. Ficou satisfeito com o
modelo que escolheu, pois além de ser um carro versátil para um
jovem, viu que possuía um rastreador, que pensou ser relevante
para questões de segurança. Celebrado o negócio jurídico, Lauro
ficou surpreso quando o carro foi entregue sem o rastreador e,
ao questionar o vendedor, ele o informou que a aquisição desse
item não foi convencionada.
O vendedor não estava obrigado a entregar o rastreador, porque
ele é considerado: