Considere que um homem de 54 anos de idade,
etilista, apresenta episódio único de hematêmese discreta
há 12 horas. No pronto atendimento, encontra‑se estável:
PA = 130x80 mmHg, FC = 84 bpm, sem sinais de choque
ou repercussão hemodinâmica. Hemoglobina = 13 g/dL,
exames laboratoriais sem alterações significativas.
O residente que está atendendo esse paciente solicita
endoscopia eletiva para investigação diagnóstica,
sem adotar medidas imediatas adicionais.
Nesse caso, a conduta do preceptor que está
supervisionando esse residente deve ser:
✂️ A) Indicar internação em unidade de terapia intensiva
e transfusão imediata, mesmo sem sinais
de repercussão hemodinâmica ou queda de
hemoglobina significativa.
✂️ B) Apoiar a conduta, considerando que em paciente
estável, sem sinais de choque ou anemia
significativa, a endoscopia pode ser agendada de
forma eletiva.
✂️ C) Recomendar endoscopia de urgência ainda no
pronto atendimento, entendendo que todo episódio
de hematêmese, independentemente da gravidade,
deve ser abordado de imediato.
✂️ D) Dispensar a necessidade de endoscopia,
sustentando que episódios isolados de hematêmese
leve em pacientes etilistas não precisam de
investigação complementar.
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Considere que uma paciente de 25 anos de idade
apresenta cefaleia intensa, febre alta, rigidez de nuca e
vômitos. O residente que está atendendo a paciente solicita
internação e, antes de iniciar antibiótico, solicita uma
tomografia de crânio, para confirmação do diagnóstico.
Nesse caso, a conduta do preceptor que está
supervisionando esse residente deve ser:
✂️ A) Apoiar a decisão, considerando que a imagem
craniana deve sempre anteceder antibioticoterapia
em casos suspeitos de meningite.
✂️ B) Orientar que, na suspeita de meningite bacteriana,
a antibioticoterapia deve ser iniciada imediatamente,
sem aguardar exame de imagem.
✂️ C) Reforçar apenas conduta expectante, pois cefaleia
com febre raramente está associada a meningite
em adultos jovens saudáveis.
✂️ D) Liberar a paciente com analgésicos simples e
acompanhamento ambulatorial, considerando que
não há necessidade de internação hospitalar.
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Considere que, durante a consulta, um residente atende
um paciente com febre, tosse produtiva e infiltrado em lobo
inferior direito na radiografia. Ele prescreve sintomáticos e
libera o paciente para casa.
Nesse caso, o preceptor que está supervisionando esse
residente deve:
✂️ A) Apoiar a conduta, considerando que pneumonias
comunitárias leves podem evoluir bem sem uso de
antibioticoterapia específica.
✂️ B) Solicitar exame de tomografia de tórax de forma
imediata, entendendo que a radiografia isolada não
é suficiente para estabelecer o diagnóstico correto.
✂️ C) Indicar internação hospitalar em todos os
casos, sustentando que pneumonia comunitária
sempre demanda acompanhamento em
ambiente hospitalar.
✂️ D) Orientar que todo caso de pneumonia comunitária
confirmada exige antibiótico adequado,
mesmo quando se apresenta em forma leve
e ambulatorial.
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