Um paciente de 55 anos, com histórico de cirrose hepática avançada devido a hepatite C crônica, é submetido a um transplante hepático.
No pós-operatório imediato, o paciente apresenta boa evolução clínica, mas após 10 dias começa a mostrar sinais de febre, aumento de bilirrubinas e dificuldade respiratória.
Os exames laboratoriais revelam aumento de transaminases hepáticas, leucocitose e sinais de disfunção renal. A ultrassonografia do fígado mostra um aumento da ecogenicidade do enxerto, sem evidência de trombose na veia porta.

A complicação mais provável nesse caso é