Um paciente de 68 anos, diabético, tabagista, se apresenta no pronto-socorro com pico hipertensivo, dor intensa e claudicação incapacitante no membro inferior direito, com início há menos de 12 horas, e evoluindo com piora. Relata ter revascularização fêmuro-poplítea infrapatelar com safena in situ nesse membro há quase quatro anos. O pé é viável, com sensibilidade e movimento ainda preservados e o ecodoppler confirma a oclusão do enxerto de safena.
Considerando segurança e eficácia, a conduta mais adequada para o paciente nesse momento é: