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Questões de Concursos 2016

Resolva questões de 2016 comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


1561Q50713 | Conhecimentos Específicos, Legislação do Ministério Público, Agente Administrativo, MPE RS

A Constituição Federal e a Lei Orgânica Nacional do Ministério Público estabelecem, entre outras
hipóteses, que
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1562Q41963 | Medicina, Biomedicina, Técnico em Saúde Pública, FIOCRUZ

Sobre os testes de atividade antimicrobiana em plantas, podemos afirmar que:

I – Realizam-se os testes de atividade biológica em todos os tipos de extratos ou frações a fim de encontrar a classe responsável pela atividade.
II – Os resultados dos testes de atividade se igualam independente do tipo de solvente utilizado.
III – Não há necessidade de realizar testes de atividade do extrato bruto, pois o importante são as frações obtidas.
IV – O teste de atividade escolhido depende somente de qual bactéria será testada.
V – É necessário o controle do teste, independente do mesmo já ser validado.

Estão corretas somente as afirmativas:
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1563Q35060 | Estatuto da Criança e do Adolescente ECA, Lei n 8069 de 1990, Assistente de Alunos, IFAP, FUNIVERSA

De acordo com o Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei n.º 8.069/1990 e suas alterações), é correto afirmar que
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1564Q35024 | Português, Odontólogo, IFSUL

Texto associado.
Leia o texto, para responder à questão.

Contra a mera “tolerância” das diferenças
Renan Quintanilha

    “É preciso tolerar a diversidade”. Sempre que me defronto com esse tipo de colocação, aparentemente progressista e bem intencionada, fico indignado. Não, não é preciso tolerar.
    “Tolerar”, segundo qualquer dicionário, significa algo como “suportar com indulgência”, ou seja, deixar passar com resignação, ainda que sem consentir expressamente com aquela conduta.
    “Tolerar” o que é diferente consiste, antes de qualquer coisa, em atribuir a “quem tolera” um poder sobre “o que tolera”. Como se este dependesse do consentimento daquele para poder existir. “Quem tolera” acaba visto, ainda, como generoso e benevolente, por dar uma “permissão” como se fosse um favor ou um ato de bondade extrema.
    Esse tipo de discurso, no fundo, nega o direito à existência autônoma do que é diferente dos padrões construídos socialmente. Mais: funciona como um expediente do desejo de estigmatizar o diferente e manter este às margens da cultura hegemônica, que traça a tênue linha divisória entre o normal e o anormal.
    Tolerar não deve ser celebrado e buscado nem como ideal político e tampouco como virtude individual. Ainda que o argumento liberal enxergue, na tolerância, uma manifestação legítima e até necessária da igualdade moral básica entre os indivíduos, não é esse o seu sentido recorrente nos discursos da política.
    Com efeito, ainda que a defesa liberal-igualitária da tolerância, diante de discussões controversas, postule que se trate de um respeito mútuo em um cenário de imparcialidade das instituições frente a concepções morais mais gerais, isso não pode funcionar em um mundo marcado por graves desigualdades estruturais.
    Marcuse1 identificava dois tipos de tolerância: a passiva e a ativa. No primeiro caso, a tolerância é vista como uma resignação e uma omissão diante de uma sociedade marcadamente injusta em suas diversas dimensões. Por sua vez, no segundo caso, ele trata da tolerância enquanto uma disposição efetiva de construção de uma sociedade igualitária. Não é este, no entanto, o discurso mais recorrente da tolerância em nossos tempos.
    Assim, quando alguém te disser que é preciso “tolerar” a liberdade das mulheres, os direitos das pessoas LGBT, a busca por melhores condições de vida das pessoas pobres, as reivindicações por igualdade material das pessoas negras, dentre outros segmentos vulneráveis, simplesmente não problematize esse discurso.
    Admitir a existência do outro não significa aceitá-lo em sua particularidade como integrante da comunidade política. É preciso valorizar os laços mais profundos de reciprocidade e respeito pelas diferenças, o que só o reconhecimento, estágio superior da tolerância, pode ajudar a promover, como ensinou Axel Honneth2
    Diversidade é um valor em si mesmo e não depende da concordância dos que ocupam posições de privilégios. Direitos e liberdades não se “toleram”. Devem ser respeitados e promovidos, por serem conquistas jurídicas e políticas antecedidas de muitas lutas.
    O que não se pode tolerar é o discurso aparentemente “benevolente” e “generoso” – mas na verdade bem perverso – da “tolerância das diferenças”. Ninguém precisa da licença de ninguém pra existir.

Disponível em:  Acesso em: 03 mai 2016. 

1 Marcuse: filósofo e sociólogo alemão, naturalizado norte-americano.
2 Axel Honneth: filósofo e sociólogo alemão.
Sobre o texto, são feitas as seguintes afirmações:

I. Tolerar aquele que é diferente significa aquiescer a sua existência.
II. Não há tolerância em relação à existência autônoma do que é diferente dos padrões sociais.
III. Tolerar não basta; é preciso admitir a existência do outro como membro da comunidade política.
IV. Não existe consonância entre o argumento liberal sobre a tolerância e o sentido recorrente nos discursos da política.

Está (ão) correta (s) apenas a (s) afirmativa (s)
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1565Q35023 | Português, Odontólogo, IFSUL

Texto associado.
Leia o texto, para responder à questão.

Contra a mera “tolerância” das diferenças
Renan Quintanilha

    “É preciso tolerar a diversidade”. Sempre que me defronto com esse tipo de colocação, aparentemente progressista e bem intencionada, fico indignado. Não, não é preciso tolerar.
    “Tolerar”, segundo qualquer dicionário, significa algo como “suportar com indulgência”, ou seja, deixar passar com resignação, ainda que sem consentir expressamente com aquela conduta.
    “Tolerar” o que é diferente consiste, antes de qualquer coisa, em atribuir a “quem tolera” um poder sobre “o que tolera”. Como se este dependesse do consentimento daquele para poder existir. “Quem tolera” acaba visto, ainda, como generoso e benevolente, por dar uma “permissão” como se fosse um favor ou um ato de bondade extrema.
    Esse tipo de discurso, no fundo, nega o direito à existência autônoma do que é diferente dos padrões construídos socialmente. Mais: funciona como um expediente do desejo de estigmatizar o diferente e manter este às margens da cultura hegemônica, que traça a tênue linha divisória entre o normal e o anormal.
    Tolerar não deve ser celebrado e buscado nem como ideal político e tampouco como virtude individual. Ainda que o argumento liberal enxergue, na tolerância, uma manifestação legítima e até necessária da igualdade moral básica entre os indivíduos, não é esse o seu sentido recorrente nos discursos da política.
    Com efeito, ainda que a defesa liberal-igualitária da tolerância, diante de discussões controversas, postule que se trate de um respeito mútuo em um cenário de imparcialidade das instituições frente a concepções morais mais gerais, isso não pode funcionar em um mundo marcado por graves desigualdades estruturais.
    Marcuse1 identificava dois tipos de tolerância: a passiva e a ativa. No primeiro caso, a tolerância é vista como uma resignação e uma omissão diante de uma sociedade marcadamente injusta em suas diversas dimensões. Por sua vez, no segundo caso, ele trata da tolerância enquanto uma disposição efetiva de construção de uma sociedade igualitária. Não é este, no entanto, o discurso mais recorrente da tolerância em nossos tempos.
    Assim, quando alguém te disser que é preciso “tolerar” a liberdade das mulheres, os direitos das pessoas LGBT, a busca por melhores condições de vida das pessoas pobres, as reivindicações por igualdade material das pessoas negras, dentre outros segmentos vulneráveis, simplesmente não problematize esse discurso.
    Admitir a existência do outro não significa aceitá-lo em sua particularidade como integrante da comunidade política. É preciso valorizar os laços mais profundos de reciprocidade e respeito pelas diferenças, o que só o reconhecimento, estágio superior da tolerância, pode ajudar a promover, como ensinou Axel Honneth2
    Diversidade é um valor em si mesmo e não depende da concordância dos que ocupam posições de privilégios. Direitos e liberdades não se “toleram”. Devem ser respeitados e promovidos, por serem conquistas jurídicas e políticas antecedidas de muitas lutas.
    O que não se pode tolerar é o discurso aparentemente “benevolente” e “generoso” – mas na verdade bem perverso – da “tolerância das diferenças”. Ninguém precisa da licença de ninguém pra existir.

Disponível em:  Acesso em: 03 mai 2016. 

1 Marcuse: filósofo e sociólogo alemão, naturalizado norte-americano.
2 Axel Honneth: filósofo e sociólogo alemão.
O elemento destacado nos trechos a seguir só NÃO é advérbio em
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1566Q31642 | Recursos Humanos, Gestão de Pessoas, Assistente Administrativo Operacional, CRF PR, QUADRIX

No meio empresarial, tem-se visualizado uma situação de crescente dificuldade na tomada de decisões. Uma tomada de decisão pode ser considerada como uma seleção criteriosa de um curso preferencial de ação, com base em duas ou mais alternativas viáveis. Tal processo tem alguns fatores de influência, dentre os quais podemos citar:

I. redução do tempo disponível para a tomada de decisão, pela influência de algumas variáveis, tais como a concorrência.
II. velocidade das comunicações.
III. melhoramentos nos processos de informações e com expectativa de resultados a curto prazo.

Pode-se afirmar que:
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1567Q60716 | Biologia, Moléculas Células e Tecidos, Perito Criminal, Polícia Civil DF, IADES

O aparecimento do microscópio eletrônico de transmissão (MET) revolucionou a pesquisa científica, aprimorando drasticamente várias áreas, tanto das ciências biológicas quanto da ciência dos materiais. Como resultado das novas observações que ele tornou possíveis, a compreensão da organização dos tecidos vegetais e animais foi enormemente ampliada, e muitos conceitos a respeito da construção e função celulares foram radicalmente alterados. Com relação à microscopia eletrônica de transmissão, assinale a alternativa correta.
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1568Q32691 | Geografia, Urbanização, Geografia, DER CE, UECE CEV

Atente ao excerto a seguir: “Vários agentes, políticos, econômicos e sociais, interferem direta ou indiretamente na produção, apropriação e uso do solo urbano, contribuindo para o aumento da segregação socioespacial em Fortaleza. [...] Os municípios metropolitanos apresentaram, também, nos últimos decênios, um intenso crescimento demográfico e, com a extensão do tecido urbano de Fortaleza, tornaram-se como bairros seus."

Souza, Maria Salete de. Segregação socioespacial em Fortaleza. Litoral e sertão, natureza e sociedade no Nordeste brasileiro. Expressão gráfica. Fortaleza, 2006. p.149. 

Analise as seguintes afirmações sobre a cidade de Fortaleza e sua região metropolitana.

I. O tecido urbano da cidade de Fortaleza mostra com clareza que há uma forte discrepância dos equipamentos urbanos entre os bairros Aldeota e Barroso.
II. Graças às políticas estaduais e municipais de habitação, o número de favelas e áreas de risco tem diminuído severamente em Fortaleza e na região metropolitana nos últimos dez anos.
III. Os movimentos migratório campo-cidade, no Ceará, intensificaram-se a partir dos anos 1950, em virtude do declínio de alguns setores econômicos, agravados pela incidência das secas. 

É INCORRETO o que se afirma em
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1569Q29227 | Administração Geral, Apoio Administrativo, CODEBA, FGV

As organizações que atuam em ambientes cada vez mais dinâmicos, complexos e competitivos demandam diversas capacidades inovadoras que possibilitam alterar tanto a cultura quanto o clima organizacional.

Assinale a opção que indica o conjunto de características que chamamos de capacidade inovadora.
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1570Q931480 | Física, Vestibular UERJ, UERJ, UERJ

Com base nas informações apresentadas no texto, a velocidade média de deslocamento da lama, do local onde ocorreu o rompimento da barragem até atingir o mar, em km/h, corresponde a:
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1571Q60721 | Biologia, Moléculas Células e Tecidos, Perito Criminal, Polícia Civil DF, IADES

Em casos de assédio sexual ou estupro nos quais há mistura de perfis de DNA encontrado, a técnica mais indicada para a identificação do suspeito é a análise
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1572Q60538 | Português, Técnico de Enfermagem, RIOSAÚDE

Texto associado.
Crônica

Como o povo brasileiro é descuidado a respeito de alimentação! É o que exclamo depois de ler as recomendações de um nutricionista americano, o dr. Maynard. Diz este: “A apatia, ou indiferença, é uma das causas principais das dietas inadequadas.” Certo, certíssimo. Ainda ontem, vi toda uma família nordestina estendida em uma calçada do centro da cidade, ali bem pertinho do restaurante Vendôme, mas apática, sem a menor vontade de entrar e comer bem. Ensina ainda o especialista: “Embora haja alimentos em quantidade suficiente, as estatísticas continuam a demonstrar que muitas pessoas não compreendem e não sabem selecionar os alimentos”. É isso mesmo: quem der uma volta na feira ou no supermercado vê que a maioria dos brasileiros compra, por exemplo, arroz, que é um alimento pobre, deixando de lado uma série de alimentos ricos. Quando o nosso povo irá tomar juízo? Doutrina ainda o nutricionista americano: “Uma boa dieta pode ser obtida de elementos tirados de cada um dos seguintes grupos de alimentos: o leite constitui o primeiro grupo, incluindo-se nele o queijo e o sorvete”. Embora modestamente, sempre pensei também assim. No entanto, ali na praia do Pinto é evidente que as crianças estão desnutridas, pálidas, magras, roídas de verminoses. Por quê? Porque seus pais não sabem selecionar o leite e o queijo entre os principais alimentos. A solução lógica seria dar-lhes sorvete, todas as crianças do mundo gostam de sorvete. Engano: nem todas. Nas proximidades do Bob´s e do Morais há sempre bandos de meninos favelados que ficam só olhando os adultos que descem dos carros e devoram sorvetes enormes. Crianças apáticas, indiferentes. Citando ainda o ilustre médico: “A carne constitui o segundo grupo, recomendandose dois ou mais pratos diários de bife, vitela, carneiro, galinha, peixe ou ovos”. Santo Maynard! Santos jornais brasileiros que divulgam as suas palavras redentoras! E dizer que o nosso povo faz ouvidos de mercador a seus ensinamentos, e continua a comer pouco, comer mal, às vezes até a não comer nada. Não sou mentiroso e posso dizer que já vi inúmeras vezes, aqui no Rio, gente que prefere vasculhar uma lata de lixo a entrar em um restaurante e pedir um filé à Chateaubriand. O dr. Maynard decerto ficaria muito aborrecido se visse um ser humano escolher tão mal seus alimentos. Mas nós sabemos que é por causa dessas e outras que o Brasil não vai pra frente.

CAMPOS, Paulo Mendes. De um caderno cinzento. São Paulo: Companhia das Letras, 2015. p. 40-42
Pode-se afirmar que o texto de Paulo Mendes Campos é argumentativo, uma vez que se caracteriza por:
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1573Q47179 | Mecânica, Mecânico Geral, ITAIPU BINACIONAL, SENAI PR

O tratamento térmico utilizado para aumentar a dureza superficial de aços, com mais 0,3% de carbono é conhecido por:
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1574Q47162 | Mecânica, Mecânico Geral, ITAIPU BINACIONAL, SENAI PR

A montagem de um retentor, para não danifica-lo, num conjunto pode ser feita com auxílio de:
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1575Q42538 | Direitos Humanos, Programa Nacional de Direitos Humanos, Indigenista Especializado, FUNAI, ESAF

Assinale, entre as opções abaixo, em qual definição se encaixa a categoria de “Terra Indígena”.
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1576Q29965 | Psicologia, Psicólogo, Consurge MG, Gestão de Concursos

As síndromes e reações depressivas surgem com muita frequência após perdas significativas de pessoas queridas, emprego, moradia ou outros fatores importantes, levando até à incapacidade, como a depressão maior unipolar.

São sinais e sintomas da síndrome depressiva, EXCETO:
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1578Q58947 | Pedagogia, Cuidador, SEDUC RO, IBADE

A educação inclusiva constitui um paradigma educacional fundamentado na concepção de direitos humanos, que avança em relação à ideia de equidade formal ao contextualizar a produção da exclusão dentro e fora da escola e que tem como valores inseparáveis:
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1579Q50851 | Direito Penal, Legislação Penal Especial, Promotor de Justiça, MPE SC

O relato da colaboração e seus possíveis resultados, as condições da proposta do Ministério Público ou do delegado de polícia, a declaração de aceitação do colaborador, as assinaturas do representante do Ministério Público ou do delegado de polícia, do colaborador e de seu defensor, a especificação das medidas de proteção ao colaborador e à sua família, quando necessário, são os itens que obrigatoriamente deverão constar do termo de acordo da colaboração premiada, que deverá ser redigido por escrito, de acordo com a Lei n. 12.850/13 (Organizações Criminosas).
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1580Q42640 | Português, Professor de Química, SEDUC PE, FGV

“Nisto erramos: em ver a morte à nossa frente, como um acontecimento futuro, enquanto grande parte dela já ficou para trás. Cada hora do nosso passado pertence à morte.” (Sêneca

O pensamento de Sêneca mostra um conjunto de conectores de valores semânticos diferentes.
Assinale a opção que apresenta o conector que tem seu significado corretamente indicado.
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