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Questões de Concursos 2016

Resolva questões de 2016 comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


1801Q30527 | Conhecimentos Gerais e Atualidades, Assistente de Informática, CRA AC, QUADRIX

O Brasil foi elogiado por muitos estudiosos de comunicação mundo afora ao promulgar, há dois anos, uma lei que estabelece princípios, garantias, direitos e deveres para o uso da internet no país: o chamado Marco Civil da Internet. Com base em seus conhecimentos, leia as seguintes afirmativas.

I. Embora seja uma legislação relevante, não se pode dizer que o Marco Civil brasileiro é minimamente pioneiro na regulamentação da internet; afinal, a maioria dos países já possui regulamentação semelhante há muitos anos.
II. Alguns dos temas principais abordados pelo Marco Civil da Internet são a neutralidade da rede, a privacidade e a função social da internet.
III. Muitos especialistas criticaram o Marco Civil da Internet por não abordar em momento algum a questão crucial da retenção de dados de usuários e registros de navegação.

Está correto o que se afirma em:
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1802Q29261 | Segurança e Saúde no Trabalho, Fundamentos da Saúde Ocupacional, Técnico de Segurança do Trabalho, CODEBA, FGV

A respeito da comunicação de acidente de trabalho à Previdência Social, assinale a afirmativa correta.
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1803Q553560 | Informática, Access, Advogado, Prefeitura de Santa Cecília SC

O Microsoft ACCESS é um gerenciador de banco de dados. Ele ajuda as pessoas a criarem programas que controlam uma base de dados. Se tratando sobre os objetos do ACCESS cada um deles possuem características e configurações próprias. São objetos do Microsoft ACCESS:
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1804Q460986 | Direito Penal, Do Crime, Perito Criminal, Polícia Civil DF, IADES

Um sujeito sofre de estados de sonambulismo desde os cinco anos de idade. Já com 32 anos de idade, em determinada noite, ele se levanta sonâmbulo e caminha pela casa. Chegando à área de lazer, aproxima-se dos itens de churrasco e empunha uma faca de 30 cm. Quando o irmão desse sujeito toca a lombar dele para levá-lo à cama, de súbito, o sujeito vira e desfere uma facada certeira no estômago do irmão que, em alguns minutos, perde sangue e agoniza até a morte. O sujeito retorna para o quarto e continua seu sono.

Com base nesse caso hipotético, é correto afirmar que o referido sujeito

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1805Q387433 | Biologia, Anatomia Vegetal, Professor de Ciências Biológicas, SEARH RN, IDECAN

Os feixes liberolenhosos são tecidos condutores dos caules recém?formados que organizam?se na forma de feixes vasculares, que contêm floema primário na região voltada para o exterior da planta e xilema primário voltado para o interior. Esses feixes são também denominados fascículos e se diferenciam a partir do:
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1806Q320185 | Pedagogia, Fundamentos da Educação, Analista Ambiental, SEGEP MA, FCC

A ideia de educação para a cidadania não pode partir de uma visão da sociedade homogênea, como uma grande comunidade [...]. Torna-se necessário entender educação para a cidadania como formação do cidadão participativo e solidário, consciente de seus deveres e direitos ? e, então, associá-la à educação em direitos humanos. Segundo estas ideias, uma proposta democrática de educação para a cidadania é aquela que envolve:

I. a participação ativa e a reciprocidade.

II. os direitos humanos.

III. a defesa de políticas afirmativas.

IV. a crença na cidadania como concessão e os direitos humanos como conquista.

V. a defesa da nação como um todo indiviso e heterogêneo.

Está correto o que se afirma APENAS em

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1807Q51122 | Segurança e Transporte, Motorista, MPE SP, ZAMBINI

De acordo com o Código de Trânsito Brasileiro, o condutor, antes de colocar o veículo em circulação nas vias públicas, deverá verificar a existência e as boas condições de funcionamento dos equipamentos de uso obrigatório, bem como assegurar-se da existência de combustível suficiente para chegar ao local de destino.
Neste sentido, João, no uso de suas atribuições de motorista, recebeu ordem para a entrega de papéis, com caráter de urgência, em município distante de sua atual localização, necessitando percorrer com o veículo a distância total de 380km e, ao verificar o nível de seu tanque de combustível, o qual possui capacidade máxima de 60 litros, notou o indicador de ¾. Considerando que seu veículo realiza o consumo médio de 7km por litro de combustível,

João precisaria realizar parada para abastecer?
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1808Q43066 | Português, Soldado do Corpo de Bombeiro, Bombeiro Militar MG, FUNDEP

Texto associado.
Genes no banco dos réus

O que você faria se pudesse decidir sobre a cor dos olhos de seu filho, seu tipo físico ou até mesmo sua aptidão para determinada profissão? Escolhas ainda inviáveis tecnicamente, mas que já suscitam profundas reflexões éticas, fazem parte dos tópicos levantados pela geneticista Mayana Zatz em seu livro GenÉtica: escolhas que nossos avós não faziam, lançado [...] pela Editora Globo.

Coordenadora do Centro de Estudos do Genoma Humano, na Universidade de São Paulo (CEGH/USP), Zatz foi uma das pioneiras no uso de técnicas de biologia molecular para o estudo de genes humanos no Brasil. A geneticista também esteve à frente do debate no Supremo Tribunal Federal em defesa do uso de embriões humanos em pesquisas com células-tronco.

Por meio de uma escrita apaixonada, a pesquisadora elege temas atuais relacionados à biotecnologia e expõe conflituosos casos que vivenciou ao longo de sua trajetória. De linguagem acessível e envolvente, o livro é permeado por referências a filmes, livros de divulgação científica, notícias de grande destaque e artigos científicos.

Ao oferecer à população serviços de detecção de doenças com base genética no CEGH, a pesquisadora se defronta diariamente com dilemas que não têm uma resposta simples e correta. Os testes genéticos podem, por exemplo, revelar não apenas que o paciente é portador de doença grave, mas também que o seu suposto pai não é seu progenitor.

O médico, então, se vê diante de uma encruzilhada: contar ou não contar sobre a falsa paternidade ao paciente, uma vez que esse resultado não lhe foi solicitado? Como não há um respaldo legal para esse tipo de situação, a decisão fica a cargo da equipe médica.

No livro, Zatz critica essa falta de mecanismos legais para proteger os pacientes envolvidos em testes genéticos no Brasil. “A informação genética faz parte de nossa individualidade e deve ser tratada como qualquer outro tipo de informação pessoal”, defende. Um dos riscos de esses dados se tornarem públicos está na possibilidade de eles serem usados indevidamente por companhias de seguro de saúde e de vida.

Informar, apoiar e ajudar a interpretar os testes genéticos junto ao paciente é tarefa de uma equipe interdisciplinar, que deve contar com geneticistas, psicólogos e médicos, e faz parte do chamado aconselhamento genético. Apesar do nome, “o geneticista não aconselha, ele deve apenas cuidar para que as possibilidades de escolha de seus pacientes sejam informadas e esclarecidas”.

A geneticista recorda no livro a história noticiada em maio de 2011 de um casal que teve trigêmeas após tratamento de fertilização in vitro e quis, após o nascimento, ficar apenas com duas filhas. “Dois é suficiente, três é demais?”, questiona a pesquisadora.

O caso também serve de alerta para a questão da gravidez múltipla, comum na reprodução assistida devido à implantação de muitos pré-embriões no útero da mulher. Essa condição aumenta o risco de nascimentos prematuros e de recém-nascidos com problemas intelectuais e de saúde em geral.

Zatz relata ainda que, nos próximos anos, será possível sequenciar genomas individuais por apenas mil dólares. Se à primeira vista a notícia soa como um avanço, a pesquisadora alerta para o excesso de confiança depositado no material genético como única forma de determinar as características futuras do indivíduo.

O livro deixa mais perguntas que respostas e nos faz refletir sobre a importância da discussão mais ampla sobre decisões que já vêm sendo tomadas no dia a dia, mas que ainda se encontram no limbo da legislação.

Nesse sentido, um último alerta da pesquisadora: “Enquanto as questões éticas são pensadas e discutidas depois de anunciadas as novas descobertas, o comércio anda sempre na frente”. Nem sempre a favor dos mais afetados. 

REZNIK, Gabriela. Genes no banco dos réus. Ciência Hoje. Disponível em: .
[Fragmento] Acesso em: 2 fev. 2016. (Adaptação)
Leia este fragmento do texto:

De linguagem acessível e envolvente, o livro é permeado por referências a filmes, livros de divulgação científica, notícias de grande destaque e artigos científicos.

Considerando as classes de palavras prescritas pelas gramáticas tradicionais da Língua Portuguesa, classificam-se como substantivos:
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1809Q37873 | Direito Civil, Juiz do Trabalho Substituto, TRT SP

Segundo o regramento do Código Civil, é INCORRETO afirmar que:
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1810Q529530 | Engenharia Civil, Materiais de Construção Civil, Perito Criminal, SDS PE, CESPE CEBRASPE

Uma vantagem da utilização de PVC em instalações hidráulicas e sanitárias consiste em
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1811Q484113 | Geografia, Geoprocessamento, Analista de Geoprocessamento, IBGE, FGV

Para uso adequado da tecnologia de posicionamento GPS, é necessário diferenciar o que é uma observável, um modelo matemático e um método de posicionamento. Trata-se de um método de posicionamento:
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1813Q60713 | Português, Secretário Escolar, Prefeitura de Santos SP, IBAM

Texto associado.
OS SHORTINHOS E A FALTA DE DIÁLOGO

Li na coluna de Monica Bergamo na Folha da última sexta-feira (5) a reportagem "A crise dos shortinhos no colégio Rio Branco". Trata-se do seguinte: o uniforme dessa escola pede bermudas, mas as garotas querem usar shortinhos, pois não querem ser obrigadas a "sofrer em silêncio com o calor do verão", como afirmam em um abaixo-assinado intitulado "Liberdade aos shortinhos".

Os argumentos das jovens, contidos no texto do abaixo-assinado que li na internet, passam pelas exigências diferentes feitas pela escola aos meninos e às meninas, pela falta de recursos de algumas alunas para comprar uma calça que substituiria o shortinho vetado e pelo desrespeito dos meninos, que não sabem controlar seus hormônios, qualquer que seja a vestimenta das meninas. 

Resumo da história: a direção insiste no uso do uniforme, e as jovens no uso do shortinho. Vale a pena, caro leitor, pensar a respeito desse que seria um conflito que representa muitos outros que ocorrem diariamente em todas as escolas, mas que já nasce como confronto. E quero destacar dois pontos para esta conversa.

Não é incrível que, mesmo depois do movimento de ocupação das escolas públicas de São Paulo e em outros Estados, nossas escolas continuem a ignorar a participação dos alunos, para que eles sintam de forma mais concreta que fazem parte dela? Eles precisam se sentir ativos e participativos na escola, e não somente atender às regras a eles impostas. Aliás, onde há regra, há transgressão, mas parece que as escolas não sabem o que fazer quando as transgressões ocorrem.

O grande receio da instituição escolar é o de ter de atender a todas as demandas do alunado, inclusive as impertinentes. Como a do uso do shortinho, por exemplo. Mas aí cabe discutir, à luz do conhecimento, a informalidade no mundo contemporâneo e os seus limites em ambientes profissionais, por exemplo.
Por que as escolas não discutem o uso do uniforme com seus alunos, já que serão eles que o utilizarão? Algumas poucas escolas já fizeram isso e conseguiram adesão dos alunos que, inclusive, criaram as vestimentas que usam diariamente.
O segundo ponto que quero ressaltar é que a falta de diálogo e de administração de conflitos gera jovens que nem sequer conseguem elaborar argumentos sólidos, coerentes e bem fundamentados para suas idéias.
Faz parte do papel da escola ensinar os jovens a debater, defender pontos de vista, dialogar, argumentar e contra argumentar, mas sempre à luz do conhecimento.

Hoje, porém, os alunos podem falar qualquer bobagem, que famílias e escolas aceitam, não é?

Já testemunhei mães e pais aceitarem como argumento dos filhos para fazer algo com as explicações "porque todo mundo faz" ou "porque está na moda". Já vi mães e professores aceitarem as justificativas mais esfarrapadas dos mais novos para algo que fizeram ou aceitar desculpas deles sem que estes demonstrassem o menor sinal de arrependimento. Falar por falar: é isso o que temos ensinado aos jovens, mas que não deveríamos. 
Precisamos honrar nosso papel de adultos e levar a relação com os mais novos com seriedade, mas sem sisudez. O bom humor no trato com eles é fundamental para que eles não ouçam tudo o que o adulto diz como um sermão, como afirmou a diretora-geral do colégio ao qual a reportagem citada se refere.

Rosely Sayão, jornal Folha de São Paulo, edição de 9/2/16.
"... não querem ser obrigadas a ‘sofrer em silêncio”’.

A regência do verbo sublinhado repete-se naquele enfatizado em qual alternativa?
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1814Q58936 | Português, Cuidador, SEDUC RO, IBADE

Texto associado.
Os dez mandamentos do e-mail

    A escrita não produz o mesmo efeito da fala. A afirmação, óbvia, parece ignorada por pessoas cada vez mais conectadas o tempo todo por tablets, smartphones ou computadores. A comunicação escrita parece ter tomado a dianteira em várias frentes antes dominadas pela fala. Essa prevalência fica clara na preferência crescente por e-mails, torpedos, chats, tuiters, comentários e posts como forma de expressão e comunicação.
    Pesquisa da Pew Global, de 2011, mostra que 92% dos internautas usam o e-mail como principal ferramenta de comunicação, mais que smartphones e redes sociais. Mas, na era da web 2.0, da conexão móvel, constante e com alta interatividade, avança também o outro extremo, de internautas que capengam ao escrever um e-mail eficiente. Começando por aqueles na dianteira da web 2.0.
    O uso indevido de abreviações, formalidades ora excessivas ora inexistentes, o equívoco de linguagem e tratamento, a falta de objetividade e assertividade são ruídos corriqueiros na comunicação eletrônica.
    Segundo Ruy Leal, superintendente do Instituto Via de Acesso, que prepara e insere jovens no mercado de trabalho, 90% da comunicação feita e recebida pelas entidades privadas hoje é via e-mail.
    Isso é uma arma que o colaborador tem na mão. Se não estiver muito bem orientado e preparado, pode escrever absurdos em seus e-mails-alerta.
    Munido de um e-mail corporativo, qualquer um pode falar em nome da organização. Leal sabe que rispidez, ironias e brincadeiras mal interpretadas geram desentendimentos por conta da linguagem que se pretende distante e próxima ao mesmo tempo. Por isso, os especialistas e as empresas tentam sistematizar as regras que regem a comunicação por e-mail.
    A apreensão tem levado empresas a consultores que capacitem funcionários a redigir emails não só sem deslizes na língua portuguesa, mas eficientes e adequados à comunicação profissional. Coach executiva e educadora corporativa da Atingir Coaching e Treinamento, Regina Gianetti Dias Pereira se especializou em oferecer cursos de comunicação empresarial, e diz que treinamentos para mensagens eletrônicas são cada vez mais pedidos.
    E-mails mal escritos, confusos, pouco claros, feitos sem consistência, geram mal-entendidos, perdas de negócios, tempo e, especialmente, produtividade-observa.
    A primeira lição é que dominar a tecnologia não significa domínio do uso da linguagem. Daí a falsa impressão de que pessoas conectadas e integradas tecnologicamente se comunicam via internet com mais propriedade, quando na verdade uma habilidade independe da outra. O que faz diferença são alguns cuidados de adequação da linguagem para o contexto da comunicação.
    Regina conta o caso de uma instituição que gerencia pensões e aposentadorias e que possui cadastrados milhares de pensionistas. Segundo ela, a administração enviou um e-mail sobre uma mudança que seria feita nos pagamentos.
    Era para ser algo simples, mas foi escrito de uma maneira tão confusa que ocorreu um colapso na central de atendimento da empresa, porque ninguém entendeu a mensagem, terminou se assustando e teve de ligar-relata. [...]

Disponível em: http://www.revistamelhor.com.br/os-dezmandamentos-do-e-mail/. Fragmento. Acesso em 14 de setembro de 2016. 
A regência nominal está correta em: “na PREFERÊNCIA crescente por e-mails.” Assinale a opção em que a frase apresenta ideia coerente com o texto e está correta quanto à regência do verbo preferir.
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1815Q45172 | Direito Previdenciário, Técnico do Seguro Social, INSS, CESPE CEBRASPE

No que se refere à seguridade social no Brasil, julgue o item seguinte.
 
A Lei Eloy Chaves, que criou em cada uma das empresas de estradas de ferro existentes no país uma caixa de aposentadoria e pensões para os respectivos empregados, foi o primeiro ato normativo a tratar de seguridade social no Brasil.
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1816Q31644 | Recursos Humanos, Gestão de Pessoas, Assistente Administrativo Operacional, CRF PR, QUADRIX

No desenvolvimento de uma estrutura organizacional, devem ser considerados seus componentes, condicionantes, níveis de influência e níveis de abrangência. Quando de sua implementação e respectivos ajustes, é bastante importante o processo participativo de todos os profissionais da empresa, visando a uma maior integração e motivação. E, finalmente, é necessário avaliar a estrutura organizacional implementada, principalmente quanto ao alcance dos objetivos estabelecidos, bem como as influências dos aspectos formais e informais da empresa. Entre os fatores internos que influenciam a natureza da estrutura organizacional (Drucker – Prática de Administração de Empresas), apontam-se os seguintes, exceto:
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1817Q26674 | Secretariado, Recepcionista, CODAR, EXATUS PR

Do grupo de pessoas abaixo, quem NÃO tem direito a prioridade no atendimento em órgãos públicos?
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1818Q24280 | Noções de Ética, Ética na Administração Pública, Analista Técnico, CFP, QUADRIX

A vacância do cargo público decorrerá, dentre outros motivos, de exoneração. A exoneração de cargo efetivo dar-se-á a pedido do servidor, ou de ofício. A exoneração de ofício dar-se-á:

I. quando não satisfeitas as condições do estágio probatório.
II. quando, tendo tomado posse, o servidor não entrar em exercício no prazo estabelecido.
III. a juízo da autoridade competente.
IV. a pedido do próprio servidor.

Está correto o que se afirma em:
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1819Q561458 | Informática, Modalidade de Transmisssão, Assistente de Saneamento e Gestão, COMPESA PE, FGV

Os meios de transmissão podem ser guiados ou não guiados. Os principais meios guiados são o par trançado, o cabo coaxial e a fibra óptica. Em relação a esses meios de transmissão guiados, analise as afirmativas a seguir.

I. Um cabo coaxial consiste em um fio de cobre esticado na parte central, envolvido por um material isolante.

II. Os pares trançados podem ser usados na transmissão de sinais analógicos ou digitais.

III. Os cabos de fibra óptica podem ser danificados com facilidade se forem encurvadas demais.

Está correto o que se afirma em:

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1820Q544010 | Probabilidade e Estatística, Mediana, Supervisor de Pesquisas, IBGE, CESGRANRIO

Suponha que, em uma pesquisa on-line sobre as idades dos habitantes de um condomínio, um respondente de 30 anos digite erroneamente sua idade como sendo 300 anos. Considere que esse erro passe despercebido e que não haja outros erros na base de dados.

Nessas condições, a única conclusão que NÃO pode ser formulada é:

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