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Questões de Concursos 2016

Resolva questões de 2016 comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


2401Q555962 | Informática, Programação de Sistemas, Técnico de Informática, Assembléia Legislativa MS, FCC

A prática de testes na metodologia ágil XP - Extreme Programming é bastante técnica, envolve a presença do cliente e sua automatização viabiliza outras práticas como Integração Contínua, Refatoração e Propriedade Coletiva. Considere os testes:

I. É escrito antes da funcionalidade; após a escrita do teste o desenvolvedor implementa o código para passar no teste; em seguida, refatora o código.

II. Automatiza o teste da funcionalidade e tipicamente testa uma classe ou pequeno grupo de classes. Se algum erro é descoberto, acrescenta-se imediatamente um caso de teste para ele. Assim busca-se garantir que o erro não se repetirá.

III. É definido pelo cliente para verificar que o sistema funciona conforme por ele especificado. Para cada estória de usuário é escrito um teste. Quando todos os seus testes passam, a estória é considerada completa.

Os testes I, II e III são, correta e respectivamente,

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2402Q43964 | Raciocínio Lógico, Assistente em Administração, FURG, COPERVE

Samuel tem três cães: um pitbull, um labrador e um poodle. Um dos cães é branco, o outro é preto, e o outro é marrom. Sabe-se que:

(I) ou pitbull é branco, ou o poodle é branco.
(II) ou o pitbull é preto , ou o labrador é marrom.
(III) ou poodle é marrom, ou o labrador é marrom.
(IV) ou o labrador é preto, ou o poodle é preto.

Portanto, as cores do pitbull, do labrador e do poodle são, respectivamente:
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2403Q51132 | Matemática, Motorista, MPE SP, ZAMBINI

O tempo necessário de aplicação de um capital de R$ 200 000,00 para que possa render R$ 9 000,00 a uma taxa de 4,5% ao trimestre é de
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2404Q39358 | Administração Geral, Auditor Fiscal de Controle Externo, TCE SC, CESPE CEBRASPE

No que diz respeito ao referencial estratégico das organizações, julgue o item subsecutivo.

Utilizada como ferramenta de auxílio à gestão pública estratégica, a matriz GUT, considerando a gravidade, a urgência e a tendência do evento estudado, visa priorizar as ações do gestor de forma racional, o que possibilita, por exemplo, a análise de alocação de recursos nas ações consideradas mais importantes.
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2405Q29644 | Meio Ambiente, Técnico de Segurança do Trabalho, COMLURB, IBFC

O Protocolo de Quioto, aprovado no Japão em 1997, entrou em vigor em ____. Seu principal objetivo é estabilizar a emissão de gases de efeito estufa (GEE) na atmosfera e assim frear o aquecimento global e seus possíveis impactos. Os países signatários foram divididos em _____grupos, de acordo com seu nível de industrialização.

Selecione a alternativa que preenche corretamente as lacunas do texto acima.
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2406Q748755 | Educação, Vigilância Sanitária, Fiscal Sanitário, Prefeitura de Barbacena MG

Em relação aos tipos de sistemas individuais de tratamento de esgoto, a fossa
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2407Q555493 | Informática, Memória, Agente Administrativo, Prefeitura de Venda Nova do Imigrante ES, CONSULPLAN

Sobre itens de hardware de computadores, analise as afirmativas a seguir.

I. O monitor de vídeo é um dispositivo de saída que tem a função de enviar ao usuário as informações impressas na tela.

II. O teclado e o mouse são considerados dispositivos de saída, pois ambos permitem a inserção de dados no computador.

III. A memória ROM é uma memória volátil que é utilizada para armazenar dados importantes de configuração do computador.

Está(ão) correta(s) apenas a(s) afirmativa(s)

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2408Q737773 | Direito Processual Penal, Delegado de Polícia, SDS PE, CESPE CEBRASPE

Sebastião, Júlia, Caio e Marcela foram indiciados por, supostamente, terem se organizado para cometer crimes contra o Sistema Financeiro Nacional. No curso do inquérito, Sebastião e Júlia, sucessivamente com intervalo de quinze dias, fizeram acordo de colaboração premiada.

Nessa situação hipotética, no que se refere à colaboração premiada,

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2409Q651248 | Códigos de Ética, Código de Ética do Médico Veterinário, Médico Veterinário, Prefeitura de Acari RN

Em relação ao Código de Ética Profissional do Médico Veterinário, é correto afirmar que:
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2410Q53263 | Legislação Municipal, Agente Educacional, Prefeitura de Niterói RJ, COSEAC

Será realizado censo escolar, de acordo com a Lei Orgânica do Município de Niterói, a cada: 
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2411Q35616 | Zootecnia, Zootecnista, IFPA

Sobre o manejo reprodutivo de equinos é INCORRETO afirmar:
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2412Q29251 | Conhecimentos Específicos, Operações Portuárias, Tecnologia da Informação, CODEBA, FGV

De acordo com as definições e conceitos básicos sobre auxílios à navegação, analise as afirmativas a seguir.

I. Sinal náutico é um dispositivo interno à embarcação, projetado e utilizado para aumentar a segurança da navegação e/ou do tráfego marítimo.
II. Sinal náutico é o auxílio visual à navegação, externo à embarcação, estabelecido para transmitir informações e possibilitar um posicionamento seguro ao navegante.
III. Sinal náutico é uma estrutura fixa, com formas e cores legalmente definidas, dotada de equipamento luminoso e de artefatos visuais, destinada a indicar uma posição geográfica e transmitir uma informação específica ao navegante.

Assinale:
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2413Q45158 | Direito Previdenciário, Beneficiários do Regime Geral de Previdência Social RGPS, Técnico do Seguro Social, INSS, CESPE CEBRASPE

A respeito da inscrição e da filiação dos segurados obrigatórios e facultativos na forma do Decreto n.º 3.048/1999, julgue o item a seguir.
 
Os dados constantes dos cadastros informatizados da previdência social, como o Cadastro Nacional de Informações Sociais (CNIS), valem como prova da filiação à previdência social, do tempo de contribuição e dos salários-de-contribuição, desde que acompanhados de outras provas documentais.
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2414Q631940 | Informática, Analista Judiciário, TRE PI, CESPE CEBRASPE

Existem dois esquemas lógicos para a implementação de um modelo de BI que envolve tabelas de fato e tabelas de dimensões: o esquema estrela (star schema) e o floco-de-neve (snow-flake schema). Acerca do esquema estrela, assinale a opção correta.
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2415Q28556 | Português, Tecnólogo Executivo, Prefeitura de Barbacena MG, FCM

Texto associado.
Texto 1
Consumismo da linguagem: sobre o rebaixamento dos discursos


Márcia Tiburi

      [1º§] No processo de rebaixamento dos discursos, do debate e do diálogo que presenciamos em escala nacional, surgem maledicências e mal-entendidos que se entrelaçam, formando o processo que venho chamando de “consumismo da linguagem”. Meios de comunicação em geral, inclusas as redes sociais e grande parte da imprensa, onde ideologias e indivíduos podem se expressar livremente sem limites de responsabilidade ética e legal, estabelecem compreensões gerais sobre fatos que passam a circular como verdades apenas porque são repetidas. Quem sabe manipular o círculo vicioso e tortuoso da linguagem ganha em termos de poder.
      [2º§] O processo que venho chamando de “consumismo da linguagem” é a eliminação do elemento político da linguagem pelo incremento do seu potencial demagógico. O esvaziamento político é, muitas vezes, mascarado de expressão particular, de direito à livre expressão. A histeria, a gritaria, as falácias e falsos argumentos fazem muito sucesso, são livremente imitados e soam como absurdos apenas a quem se nega a comprar a lógica da distorção em alta no mercado da linguagem. 
      [3º§] A lógica da distorção é própria ao consumismo da linguagem. Como em todo consumismo, o consumismo da linguagem produz vítimas, mas produz também o aproveitador da vítima e o aproveitador da suposta vantagem de ser vítima. “Vantagem” que ele inventa a partir da lógica da distorção à qual serve. Vítimas estão aí. Uma reflexão sobre o tema talvez nos permita pensar em nossas posturas e imposturas quando atacamos e somos atacados ao nível da linguagem.
      [4º§] Penso em como as pessoas e as instituições se tornam ora vítimas, ora algozes de discursos criados com fins específicos de produzir violência e destruição. Não me refiro a nenhum tipo de violência essencial própria ao discurso enquanto contrário ao diálogo, nem à violência casual de falas esporádicas, mas aquela projetada e usada como estratégia em acusações gratuitas, campanhas difamatórias, xingamentos em geral e também na criação de um contexto violento que seja capaz de fomentar um imaginário destrutivo. O jogo de linguagem midiático inclui toda forma de violência, inclusive a propaganda que, mesmo sendo mais sutil que programas de sanguinolência e humilhação, tem sempre algo de enganoso. O processo das brigas entre partidários, candidatos, ou desafetos em geral, é inútil do ponto de vista de avanços políticos e sociais, mas não é inútil a quem deseja apenas o envenenamento e a destruição social. [...]
      [5º§] Os discursos podem fazer muita coisa por nós, mas podem também atuar contra nós. Ora, usamos discursos, mas também somos usados por eles (penso na subjetividade dos jornalistas e apresentadores de televisão que discursam pela mentira e pela maledicência). Aqueles que usam discursos sempre podem ocupar a posição de algozes: usam seu discurso contra o outro, mas também podem ser usados por discursos que julgam ser autenticamente seus. O que chamamos de discurso, diferente do diálogo, sempre tem algo de pronto. Na verdade, quem pensa que faz um discurso sempre é feito por ele.
      [6º§] Somos construídos pelo que dizemos. E pelo que pensamos que estamos dizendo. A diferença talvez esteja entre quem somos e quem pensamos que somos. Há sempre algum grau de objetividade nessas definições.
      [7º§] Uma pergunta que podemos nos colocar é: o que pode significar ser vítima de discursos na era do consumismo da linguagem? Por que aderimos, por que os repetimos? [...]
      [8º§] A violência verbal é distributiva e não estamos sabendo contê-la. Mas, de fato, gostaríamos de contê-la? Não há entre nós uma satisfação profunda com a violência fácil das palavras que os meios de comunicação sabem manipular tão bem? Não há quem, querendo brigar, goze com a disputa vazia assim como se satisfaz com as falas estúpidas dos agentes da televisão? Por que, afinal de contas, não contemos a violência da linguagem em nossas vidas? Grandes interesses estão sempre em jogo, mas o que os pequenos interesses de cidadãos têm a ver com eles? [...] Por que as pessoas são tão suscetíveis? [...] Se a linguagem foi o que nos tornou seres políticos, a sua destruição nos tornará o quê?

Fonte: Revista Cult, disponível em: Acesso em 18 jan.2016 (fragmento de texto adaptado)
NÃO se constitui uma estratégia argumentativa utilizada no texto 1:
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2416Q29362 | Direito Ambiental, Advogado, CODEBA, FGV

No curso de obra pública, a pessoa jurídica XYZ, contratada para sua realização, causa dano ambiental em praia próxima ao local da obra.

Assinale a opção que indica a medida judicial possível para a reparação do referido dano ambiental.
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2417Q324035 | Pedagogia, Auxiliar de Sala, Prefeitura de Venda Nova do Imigrante ES, CONSULPLAN

“O movimento é uma importante dimensão do desenvolvimento e da cultura humana.” Com base nessa citação, assinale a afirmativa INCORRETA.
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2418Q43476 | Português, Técnico de Enfermagem, UFMA

Texto associado.
Os meios de comunicação como exercício de poder

Por Marilena Chauí - Palestra proferida no lançamento da campanha “Para Expressar a Liberdade – Uma nova lei para um novo tempo”, em 27/08/2012, no Sindicato dos Jornalistas de São Paulo.
Podemos focalizar o exercício do poder pelos meios de comunicação de massa sob dois aspectos principais: o econômico e o ideológico.
Do ponto de vista econômico, os meios de comunicação fazem parte da indústria cultural. Indústria porque são empresas privadas operando no mercado e que, hoje, sob a ação da chamada globalização, passa por profundas mudanças estruturais, “num processo nunca visto de fusões e aquisições, companhias globais ganharam posições de domínio na mídia.”, como diz o jornalista Caio Túlio Costa. Além da forte concentração (os oligopólios beiram o monopólio), também é significativa a presença, no setor das comunicações, de empresas que não tinham vínculos com ele nem tradição nessa área. O porte dos investimentos e a perspectiva de lucros jamais vistos levaram grupos proprietários de bancos, indústria metalúrgica, indústria elétrica e eletrônica, fabricantes de armamentos e aviões de combate, indústria de telecomunicações a adquirir, mundo afora, jornais, revistas, serviços de telefonia, rádios e televisões, portais de internet, satélites, etc.
No caso do Brasil, o poderio econômico dos meios é inseparável da forma oligárquica do poder do Estado, produzindo um dos fenômenos mais contrários à democracia, qual seja, o que Alberto Dines chamou de “coronelismo eletrônico”, isto é, a forma privatizada das concessões públicas de canais de rádio e televisão, concedidos a parlamentares e lobbies privados, de tal maneira que aqueles que deveriam fiscalizar as concessões públicas se tornam concessionários privados, apropriando-se de um bem público para manter privilégios, monopolizando a comunicação e a informação. Esse privilégio é um poder político que se ergue contra dois direitos democráticos essenciais: a isonomia (a igualdade perante a lei) e a isegoria (o direito à palavra ou o igual direito de todos de expressar-se em público e ter suas opiniões publicamente discutidas e avaliadas). Numa palavra, a cidadania democrática exige que os cidadãos estejam informados para que possam opinar e intervir politicamente e isso lhes é roubado pelo poder econômico dos meios de comunicação.
A isonomia e a isegoria são também ameaçadas e destruídas pelo poder ideológico dos meios de comunicação. De fato, do ponto de vista ideológico, a mídia exerce o poder sob a forma do que denominamos a ideologia da competência, cuja peculiaridade está em seu modo de aparecer sob a forma anônima e impessoal do discurso do conhecimento, e cuja eficácia social, política e cultural está fundada na crença na racionalidade técnico-científica.
A ideologia da competência pode ser resumida da seguinte maneira: não é qualquer um que pode em qualquer lugar e em qualquer ocasião dizer qualquer coisa a qualquer outro. O discurso competente determina de antemão quem tem o direito de falar e quem deve ouvir, assim como pré-determina os lugares e as circunstâncias em que é permitido falar e ouvir, e define previamente a forma e o conteúdo do que deve ser dito e precisa ser ouvido. Essas distinções têm como fundamento uma distinção principal, aquela que divide socialmente os detentores de um saber ou de um conhecimento (científico, técnico, religioso, político, artístico), que podem falar e têm o direito de mandar e comandar, e os desprovidos de saber, que devem ouvir e obedecer. Numa palavra, a ideologia da competência institui a divisão social entre os competentes, que sabem e por isso mandam, e os incompetentes, que não sabem e por isso obedecem.
Enquanto discurso do conhecimento, essa ideologia opera com a figura do especialista. Os meios de comunicação não só se alimentam dessa figura, mas não cessam de instituí-la como sujeito da comunicação. O especialista competente é aquele que, no rádio, na TV, na revista, no jornal ou no multimídia, divulga saberes, falando das últimas descobertas da ciência ou nos ensinando a agir, pensar, sentir e viver. O especialista competente nos ensina a bem fazer sexo, jardinagem, culinária, educação das crianças, decoração da casa, boas maneiras, uso de roupas apropriadas em horas e locais apropriados, como amar Jesus e ganhar o céu, meditação espiritual, como ter um corpo juvenil e saudável, como ganhar dinheiro e subir na vida. O principal especialista, porém, não se confunde com nenhum dos anteriores, mas é uma espécie de síntese, construída a partir das figuras precedentes: é aquele que explica e interpreta as notícias e os acontecimentos econômicos, sociais, políticos, culturais, religiosos e esportivos, aquele que devassa, eleva e rebaixa entrevistados, zomba, premia e pune calouros – em suma, o chamado “formador de opinião” e o “comunicador”.
Ideologicamente, o poder da comunicação de massa não é uma simples inculcação de valores e ideias, pois, dizendo-nos o que devemos pensar, sentir, falar e fazer, o especialista, o formador de opinião e o comunicador nos dizem que nada sabemos e por isso seu poder se realiza como manipulação e intimidação social e cultural.
Um dos aspectos mais terríveis desse duplo poder dos meios de comunicação se manifesta nos procedimentos midiáticos de produção da culpa e condenação sumária dos indivíduos, por meio de um instrumento psicológico profundo: a suspeição, que pressupõe a presunção de culpa. [...] 
Indique a opção em que o emprego do que tem a mesma função empregada no período abaixo: 

O principal especialista, porém, não se confunde com nenhum dos anteriores, mas é uma espécie de síntese, construída a partir das figuras precedentes: é aquele que explica e interpreta as notícias e os acontecimentos econômicos, sociais, políticos, culturais, religiosos e esportivos, aquele que devassa, eleva e rebaixa entrevistados, zomba, premia e pune calouros – em suma, o chamado “formador de opinião” e o “comunicador”.
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2419Q543965 | Probabilidade e Estatística, Auditor de Controle Externo, TCE PA, CESPE CEBRASPE

Se o tempo de espera por atendimento (T, em minutos) em determinada repartição pública segue uma distribuição exponencial com média igual a 30 minutos, então P(T > 35 | T > 30) = P(T > 35).
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2420Q373756 | Português, Interpretação de Texto, Assistente Social, Prefeitura de Seara SC

Da frase de Monteiro Lobato “Quem mal lê, mal ouve, mal fala, mal vê” é incorreto afirmar que:
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