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Questões de Concursos 2016

Resolva questões de 2016 comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


2741Q42132 | Português, Interpretação de Textos, Assistente Administrativo, EMDEC SP, IBFC

Texto associado.
Aprendendo a pensar
(Frei Beto)

  Nosso olhar está impregnado de preconceitos. Uma das miopias que carregamos é considerar criança ignorante. Nós, adultos, sabemos; as crianças não sabem.
  O educador e cientista Glenn Doman se colocou a pergunta: em que fase da vida aprendemos as coisas mais importante que sabemos?
  As coisas mais importantes que todos sabemos é falar, andar, movimentar-se, distinguir olfatos, cores, fatores que representam perigo, diferentes sabores etc. Quando aprendemos isso? Ora, 90% de tudo que é importante para fazer de nós seres humanos, aprendemos entre zero e seis anos, período que Doman considera “a idade do gênio”.
  Ocorre que a educação não investe nessa idade. Nascemos com 86 bilhões de neurônios em nosso cérebro. As sinapses, conexões cerebrais, se dão de maneira acelerada nos primeiros anos da vida.
  Glenn Doman tratou crianças com deformações esqueléticas incorrigíveis, porém de cérebro sadio. Hoje são adultos que falam diversos idiomas, dominam música, computação etc. São pessoas felizes, com boa autoestima. Ao conhecer no Japão um professor que adotou o método dele, foi recebido por uma orquestra de crianças; todas tocavam violino. A mais velha tinha quatro anos...
  Ele ensina em seus livros como se faz uma criança, de três ou quatro anos, aprender um instrumento musical ou se autoalfabetizar sem curso específico de alfabetização. Isso foi testado na minha família e deu certo. Tenho um sobrinho- neto alfabetizado através de fichas. A mãe lia para ele histórias infantis e, em seguida, fazia fichas de palavras e as repetia. De repente, o menino começou a ler antes de ir para a escola.
[...]

(Disponível em: http://www.domtotal.com/colunas/detalhes.Dhp?artld=5069. Acesso em 27/12/15, adaptado)
O vocábulo “a” que está presente no título possui a mesma classificação morfológica do que se encontra destacado em:
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2742Q484247 | Geografia, Geoprocessamento, Analista Ambiental, SEGEP MA, FCC

Um especialista em geoprocessamento foi contratado para trabalhar com o software ArcGIS 10.1 em um projeto de mapeamento de Áreas de Preservação Permanente - APP?s ao longo dos cursos de água do Estado do Maranhão. Para isso, ele utilizou uma ferramenta do ArcGIS 10.1 para gerar automaticamente a APP ao longo do curso de água de um rio pequeno. Essa ferramenta é conhecida como
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2743Q53148 | Português, Auxiliar em Administração, UFPB, IDECAN

Texto associado.
                                                        Meu filho e seus ídolos 

     Todas as épocas têm os seus ídolos juvenis. Principalmente depois do fenômeno da comunicação de massa, pessoas como James Dean ou Elvis Presley, para falar de astros de outros tempos, ou como Sandy e Junior e os Backstreet Boys, fenômenos mais recentes, arrastam multidões de jovens aos seus shows. E não só isso. Além de frequentarem os shows, os jovens são capazes de atitudes muito mais drásticas, como passar dias em uma fila para comprar ingresso, fazer plantão na frente do hotel ou da casa do cantor simplesmente para dar uma olhadinha a distância. Em casa, as paredes do quarto são forradas de pôsteres, revistas são consumidas aos milhares, álbuns são confeccionados com devoção e programas de TV são ansiosamente esperados apenas para assistir a uma rápida aparição do ídolo.
    Muitos pais se perguntam: o que essas pessoas têm de tão especial para atrair a atenção de tantos jovens? A primeira e mais óbvia resposta é que todos esses astros, mais do que qualquer outro mortal, detêm objetos de desejo de nossa cultura ocidental, como fama, sucesso, beleza, dinheiro etc. Isso, porém, não justificaria as atitudes que os adolescentes são capazes de tomar em relação a cantores, atores ou jogadores de futebol. Se a tietagem se justificasse apenas pela admiração de certas características dos artistas (como a beleza, por exemplo), esse comportamento de fã não pareceria tão restrito à juventude. Isso pode nos indicar que esse fenômeno tem a ver com a própria adolescência.
    A adolescência traz desafios importantes para o jovem. Além de ser uma fase em que deixamos de ser criança e nos preparamos para a vida adulta, a convivência social tem um grande peso. Por vezes, aos olhos dos pais, os filhos dão mais importância aos amigos e suas opiniões do que à própria família. Não é incomum ouvir pais de adolescentes reclamando que os filhos só ouvem, vestem, assistem e gostam daquilo que os amigos ouvem, vestem, assistem e gostam. O que os pais têm dificuldade de entender são as transformações típicas que se operam nessa fase. O preparo para a vida adulta envolve uma espécie de libertação das opiniões familiares. É como se o jovem tivesse uma necessidade de se desligar daquela dependência infantil e encontrar sua própria identidade. Onde encontrar essa identidade? Primeiro, no grupo social mais próximo, ou seja, nos amigos. Depois, em outras pessoas. E é aí que entram os ídolos da juventude. 
   Essas pessoas famosas representam uma série de características valorizadas pelos adolescentes: às vezes a rebeldia ou a aparente independência; às vezes a beleza ou a fama. Além de representarem esses valores, os ídolos parecem, aos olhos do fã, pessoas que conseguem materializar seus sonhos, que conseguem tudo o que querem. Por isso esse interesse fora do comum por tudo que se passa com eles.
    Sob esse ponto de vista, ter ídolos é algo absolutamente normal. Torna-se preocupante, no entanto, quando esse interesse passa a ser o foco central do adolescente, quando a sua vida gira completamente em torno do seu ídolo e ser fã passa a ser a sua principal e única ocupação. Nesses casos, é importante que os pais estejam atentos para impedir que a admiração do filho vire uma obsessão e ajudá-lo a lidar de forma mais saudável com a admiração que sente por alguma pessoa famosa. 
   Porém, quando esse interesse não interfere na vida do adolescente, não há por que se preocupar. Pode ser até uma oportunidade para que os pais conheçam melhor seus filhos. Discutir sobre os gostos, os desejos, enfim, as preferências dos adolescentes nessa fase pode ser uma experiência muito rica para os pais. Até porque quem de nós nunca teve seu ídolo? 

(DELY, Paula. Meu filho e seus ídolos. Disponível em: http://www.aprendebrasil.com.br/falecom/psicologa_artigo027.asp. Acesso em: 05/07/2011. Adaptado.) 
São expressões transcritas do texto que apresentam dígrafo, EXCETO:
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2744Q335293 | Matemática, Cálculo Aritmético, Agente de Apoio Legislativo, Assembléia Legislativa MS, FCC

Renato trabalha em um escritório de segunda à sexta feira, e nos próximos 30 dias de trabalho não haverá feriado. Atualmente, Renato tem ocupado 25 minutos diários do trabalho com a tarefa da reorganização de um grande arquivo. Ao seu ritmo de trabalho nessa tarefa, ela será concluída em 7 horas e meia. Se Renato iniciou essa tarefa em uma quarta feira, então ele irá concluí-la em uma
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2745Q561347 | Informática, Protocolos de Transferencia de Arquivo, Técnico em Telecomunicações, UFPB PB, IDECAN

O FTP (File Transfer Protocol), ou Protocolo de Transferência de Arquivos, é um protocolo da Camada de Aplicação, do Modelo de Camadas TCP/IP, responsável pela transferência de arquivos entre um servidor remoto e o cliente. Numa transferência via FTP pode ser necessário realizar login no servidor, para que se tenha acesso ao arquivo solicitado, ou mesmo de forma anônima, caso o servidor tenha sido configurado dessa forma. O FTP trabalha com instruções acerca dos arquivos solicitados. Uma dessas instruções é utilizada para enviar um arquivo para o FTP. Assinale-a.
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2746Q30151 | Raciocínio Lógico, Auxiliar Administrativo, Copergás PE, FCC

É verdade que existem programadores que não gostam de computadores. A partir dessa afirmação é correto concluir que
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2747Q474315 | Educação Física, Técnico Desportivo, Prefeitura de Presidente Prudente SP, VUNESP

Em uma competição de ginástica artística masculina, os atletas que competem pelo individual geral, ao final do rodízio, devem ter passado por quais aparelhos?
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2748Q540661 | Engenharia Civil, Projeto e Execução de Rodovias, Engenheiro Civil, FUNAI, ESAF

Sobre a drenagem de pavimentos de rodovias, assinale a opção incorreta.
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2749Q460023 | Direito Penal, Do Crime, Analista do Ministério Público, MPE RJ, FGV

Diz-se que o crime é doloso quando o agente quis o resultado ou assumiu o risco de produzi-lo, e que o crime é culposo, quando o agente deu causa a resultado previsível por imprudência, negligência ou imperícia. Sobre o tema, é correto afirmar que:
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2750Q430853 | Direito Constitucional, Normas e Leis, Auditor Fiscal de Controle Externo, TCE SC, CESPE CEBRASPE

A partir do disposto na Constituição Federal de 1988 (CF), julgue os itens seguintes. Lei ordinária não pode tratar de matéria reservada ao chamado decreto autônomo, de competência do chefe do Poder Executivo, sob pena de ser considerada inválida.
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2751Q35602 | Zootecnia, Zootecnista, IFPA

É incontestável a contribuição do uso de aditivos sobre a produtividade dos plantéis avícolas e suinícolas. Por outro lado, é crescente a preocupação com a utilização dos antimicrobianos na ração dos animais, imputando-se problemas na saúde pública relacionados à disseminação de doenças bacterianas resistentes à terapia antibiótica. Assim, como alternativa ao uso de antibióticos promotores de crescimento, outros aditivos estão disponíveis no mercado.

Sobre eles é CORRETO afirmar.
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2752Q418586 | Direito Civil, Fatos Jurídicos, Procurador do Estado de Segunda Classe, SEGEP MA, FCC

Jonas firmou contrato com Sidney, por instrumento particular, emprestando-lhe R$10.000,00, os quais deveriam ser devolvidos em janeiro de 2010. Em fevereiro de 2014 Jonas faleceu, deixando somente herdeiros maiores e capazes. Em fevereiro de 2015, o espólio de Jonas ajuizou ação de execução contra Sidney, que, nos embargos, não abordou a questão da prescrição. Fê-lo, porém, em sede de recurso. O Tribunal
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2753Q32051 | Redação Oficial, Assistente Administrativo, CRMV RR, QUADRIX

A constante repetição de determinados termos em correspondências oficiais e empresariais favorece a utilização das abreviaturas, poupando tempo tanto de escrita como de leitura. Leia o trecho a seguir e assinale a alternativa com a correta sequência das respectivas abreviaturas dos termos em negrito.

“O Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado de Roraima aguarda resposta da Associação quanto ao artigo publicado no jornal local. Caso o documento venha protegido, precisaremos de um código para acessá-lo.”
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2754Q336444 | Matemática, Aritmética e Algebra, Analista Judiciário, TRF 3a, FCC

O senhor A investiu a quantia de x em um produto financeiro que apresentou queda constante e sucessiva de 10% ao ano por, pelo menos, 10 anos. Simultaneamente, o senhor B investiu a quantia de 27x (27 vezes a quantia x) em um produto financeiro que apresentou queda constante e sucessiva de 70% ao ano por, pelo menos, 10 anos. A partir do início desses dois investimentos, o número de anos completos necessários para que o montante investido pelo senhor A se tornasse maior que o montante investido pelo senhor B é igual a
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2755Q47679 | Inglês, Professor de Inglês, Prefeitura de Biguaçu SC, UNISUL

English as a Global Language

For more than half a century, immigrants from the Indian subcontinent and the West Indies have added variety and diversity to the rich patchwork of accents and dialects spoken in the UK. British colonisers originally exported the language to all four corners of the globe and migration in the 1950s brought altered forms of English back to these shores. ___________(1) that time, especially in urban areas, speakers of Asian and Caribbean descent have blended their mother tongue speech patterns with existing local dialects producing wonderful new varieties of English, ___________(2) London Jamaican or Bradford Asian English. Standard British English has also been enriched by an explosion of new terms, such as balti (a dish invented in the West Midlands and defined by a word that would refer to a "bucket" rather than food to most South Asians outside the UK) and bhangra (traditional Punjabi music mixed with reggae and hiphop).
The recordings on this site of speakers from minority ethnic backgrounds include a range of speakers. You can hear speakers whose speech is heavily influenced by their racial background, alongside those whose speech reveals nothing of their family background and some who are ranged somewhere in between. There are also a set of audio clips that shed light on some of the more recognisable features of Asian English and Caribbean English.
Slang
As with the Anglo-Saxon and Norman settlers of centuries past, the languages spoken by today’s ethnic communities have begun to have an impact on the everyday spoken English of other communities. For instance, many young people, regardless of their ethnic background, now use the black slang terms, nang (‘cool,’) and diss (‘insult’ — from ‘disrespecting’) or words derived from Hindi and Urdu, such as chuddies (‘underpants’) or desi (‘typically Asian’). Many also use the all-purpose tag-question, innit — as in statements such as you’re weird, innit. This feature has been variously ascribed to the British Caribbean community or the British Asian community, although it is also part of a more native British tradition - in dialects in the West Country and Wales, for instance — which might explain why it appears to have spread so rapidly among young speakers everywhere.
Original influences from overseas
The English Language can be traced back to the mixture of Anglo-Saxon dialects that came to these shores 1500 years ago. Since then it has been played with, altered and transported around the world in many different forms. The language we now recognise as English first became the dominant language in Great Britain during the Middle Ages, and in Ireland during the eighteenth and nineteenth centuries. From there it has been exported in the mouths of colonists and settlers to all four corners of the globe. ‘International English’, ‘World English’ or ‘Global English’ are terms used to describe a type of ‘General English’ that has, over the course of the twentieth century, become a worldwide means of communication. 
American English 
The first permanent English-speaking colony was established in North America in the early 1600s. The Americans soon developed a form of English that differed in a number of ways from the language spoken back in The British Isles. In some cases older forms were retained — the way most Americans pronounce the sound after a vowel in words like start, north, nurse and letter is probably very similar to pronunciation in 17th century England. Similarly, the distinction between past tense got and past participle gotten still exists in American English but has been lost in most dialects of the UK. 
But the Americans also invented many new words to describe landscapes, wildlife, vegetation, food and lifestyles. Different pronunciations of existing words emerged as new settlers arrived from various parts of the UK and established settlements scattered along the East Coast and further inland. After the USA achieved independence from Great Britain in 1776 any sense of who ‘owned’ and set the ‘correct rules’ for the English Language became increasingly blurred. Different forces operating in the UK and in the USA influenced the emerging concept of a Standard English. The differences are perhaps first officially promoted in the spelling conventions proposed by Noah Webster in The American Spelling Book (1786) and subsequently adopted in his later work, An American Dictionary of the English Language (1828). Both of these publications were enormously successful and established spellings such as center and color and were therefore major steps towards scholarly acceptance that British English and American English were becoming distinct entities.
Influence of Empire
Meanwhile, elsewhere, the British Empire was expanding dramatically, and during the 1700s British English established footholds in parts of Africa, in India, Australia and New Zealand. The colonisation process in these countries varied. In Australia and New Zealand, European settlers quickly outnumbered the indigenous population and so English was established as the dominant language. In India and Africa, however, centuries of colonial rule saw English imposed as an administrative language, spoken as a mother tongue by colonial settlers from the UK, but in most cases as a second language by the local population.
English around the world
Like American English, English in Australia, New Zealand and South Africa has evolved such that they are distinct from British English. However, cultural and political ties have meant that until relatively recently British English has acted as the benchmark for representing ‘standardised’ English — spelling tends to adhere to British English conventions, for instance. Elsewhere in Africa and on the Indian subcontinent, English is still used as an official language in several countries, even though these countries are independent of British rule. However, English remains very much a second language for most people, used in administration, education and government and as a means of communicating between speakers of diverse languages. As with most of the Commonwealth, British English is the model on which, for instance, Indian English or Nigerian English is based. In the Caribbean and especially in Canada, however, historical links with the UK compete with geographical, cultural and economic ties with the USA, so that some aspects of the local varieties of English follow British norms and others reflect US usage. 
An international language
English is also hugely important as an international language and plays an important part even in countries where the UK has historically had little influence. It is learnt as the principal foreign language in most schools in Western Europe. It is also an essential part of the curriculum in far-flung places like Japan and South Korea, and is increasingly seen as desirable by millions of speakers in China. Prior to WWII, most teaching of English as a foreign language used British English as its model, and textbooks and other educational resources were produced here in the UK for use overseas. This reflected the UK"s cultural dominance and its perceived ‘ownership’ of the English Language. Since 1945, however, the increasing economic power of the USA and its unrivalled influence in popular culture has meant that American English has become the reference point for learners of English in places like Japan and even to a certain extent in some European countries. British English remains the model in most Commonwealth countries where English is learnt as a second language. However, as the history of English has shown, this situation may not last indefinitely. The increasing commercial and economic power of countries like India, for instance, might mean that Indian English will one day begin to have an impact beyond its own borders.

https://www.bl.uk/learning/langlit/sounds/case-studies/minority-ethnic/ 

The word however in the section: English around the world expresses the idea of: 
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2757Q52878 | Português, Capelão Evangélico, EsFCEx, Exército Brasileiro

Assinale a alternativa que completa adequadamente as lacunas abaixo, respectivamente:

“A família e a escola devem caminhar juntas para apoiar o desenvolvimento dos alunos.________ essa afirmação seja quase um consenso entre os profissionais da educação, a aproximação entre ambos os lados ainda é um desafio. ________ diretores e professores se queixam da falta de envolvimento da família na educação, pais ou responsáveis dizem não encontrar espaços de participação dentro da escola”.

(Fonte: http://www.cartaeducacao.com.br/reportagens/aproximacao-da-familia-comescola-apoia-o-aluno-e-transforma-educacao/. Acesso em 19 de maio de 2016)
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2758Q42133 | Português, Interpretação de Textos, Assistente Administrativo, EMDEC SP, IBFC

Texto associado.
Aprendendo a pensar
(Frei Beto)

  Nosso olhar está impregnado de preconceitos. Uma das miopias que carregamos é considerar criança ignorante. Nós, adultos, sabemos; as crianças não sabem.
  O educador e cientista Glenn Doman se colocou a pergunta: em que fase da vida aprendemos as coisas mais importante que sabemos?
  As coisas mais importantes que todos sabemos é falar, andar, movimentar-se, distinguir olfatos, cores, fatores que representam perigo, diferentes sabores etc. Quando aprendemos isso? Ora, 90% de tudo que é importante para fazer de nós seres humanos, aprendemos entre zero e seis anos, período que Doman considera “a idade do gênio”.
  Ocorre que a educação não investe nessa idade. Nascemos com 86 bilhões de neurônios em nosso cérebro. As sinapses, conexões cerebrais, se dão de maneira acelerada nos primeiros anos da vida.
  Glenn Doman tratou crianças com deformações esqueléticas incorrigíveis, porém de cérebro sadio. Hoje são adultos que falam diversos idiomas, dominam música, computação etc. São pessoas felizes, com boa autoestima. Ao conhecer no Japão um professor que adotou o método dele, foi recebido por uma orquestra de crianças; todas tocavam violino. A mais velha tinha quatro anos...
  Ele ensina em seus livros como se faz uma criança, de três ou quatro anos, aprender um instrumento musical ou se autoalfabetizar sem curso específico de alfabetização. Isso foi testado na minha família e deu certo. Tenho um sobrinho- neto alfabetizado através de fichas. A mãe lia para ele histórias infantis e, em seguida, fazia fichas de palavras e as repetia. De repente, o menino começou a ler antes de ir para a escola.
[...]

(Disponível em: http://www.domtotal.com/colunas/detalhes.Dhp?artld=5069. Acesso em 27/12/15, adaptado)
No sexto parágrafo, ao descrever a experiência de alfabetização de seu sobrinho-neto, o autor refere-se, indiretamente, a tese do cientista Glenn Doman por meio da:
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2759Q39840 | Direito Administrativo, Auxiliar Técnico de Controle Externo, TCE PA, CESPE CEBRASPE

Considerando que servidor público de determinada autarquia federal tenha solicitado ao setor técnico daquela entidade a emissão de parecer para subsidiar sua tomada de decisão, julgue o item a seguir, acerca dos atos administrativos.

Considerando-se a prerrogativa com que atua a administração, o parecer solicitado é classificado como ato de gestão.
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2760Q370852 | Direito Tributário, Impostos Estaduais, FGV

João, advogado tributarista, é procurado para orientar a empresa L a respeito do comportamento da jurisprudência do Supremo Tribunal Federal sobre matéria tributária.

Como assistente de João, assinale a opção que veicula enunciado com efeito vinculante em relação aos órgãos do Poder Judiciário e à Administração Pública direta e indireta, nas esferas federal, estadual e municipal.

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