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Questões de Concursos 2016

Resolva questões de 2016 comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


3961Q339229 | Raciocínio Lógico, Análise Combinatória, Assistente em Administração, FUB, CESPE CEBRASPE

Em um intervalo para descanso, a assistente em administração Marta foi a uma lanchonete cujo cardápio oferecia 7 tipos diferentes de salgados, 4 tipos diferentes de bolos, 3 espécies diferentes de tapioca, sucos de 3 sabores diferentes e 5 tipos diferentes de refrigerantes.

A partir dessa situação hipotética, julgue os itens que se seguem.

Caso Marta deseje apenas duas comidas diferentes e nenhuma bebida, ela poderá escolher seu lanche de mais de 100 maneiras distintas.
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3962Q47904 | Português, Agente Administrativo, Prefeitura de Cajamar SP, MOURA MELO

Aponte a alternativa em que todas as palavras estão escritas de forma correta:
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3963Q53283 | Legislação Municipal, Pedagogo, Prefeitura de Niterói RJ, COSEAC

De acordo com o Estatuto dos Funcionários Públicos Municipais de Niterói, o adicional por tempo de serviço:
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3964Q53286 | Legislação Municipal, Pedagogo, Prefeitura de Niterói RJ, COSEAC

Alzenir prestou serviços em órgão estadual ao mesmo tempo em que prestou serviço em órgão do Município. De acordo com o Estatuto dos Funcionários Públicos do Município de Niterói, a acumulação do tempo de serviço no mesmo ente:
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3965Q714795 | Antropologia, Indigenista Especializado, FUNAI, ESAF

Segundo a definição adotada pelo governo brasileiro, sociobiodiversidade é a relação entre bens e serviços gerados a partir de recursos naturais, voltados à formação de cadeias produtivas de interesse de povos e comunidades tradicionais (incluindo indígenas) e de agricultores familiares. Nesse sentido, o Governo Federal tem implementado ações voltadas à promoção dos produtos da sociobiodiversidade na economia formal, visando as seguintes dimensões, exceto:
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3966Q426802 | Direito Constitucional, Princípios Gerais da Atividade Econômica, Consultor de Processo Legislativo, Assembléia Legislativa MS, FCC

Diante da epidemia de dengue, o Estado, em atenção ao interesse coletivo, resolve produzir, em larga escala, medicação comprovadamente potente contra o vírus. Diante dessa situação hipotética, essa exploração direta da atividade econômica pelo Estado
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3967Q34870 | Direito Administrativo, Assistente em Administração, IFSUL MG

Analise a seguinte situação:

Maria, aprovada em concurso público há exatos 2 anos para cargo de nível D, desenvolve suas atividades no setor de engenharia de sua Instituição. Encontra-se em estágio probatório e protocola pedido de afastamento para estudo no exterior pelo prazo de 2 anos, o que é prontamente deferido. Encerrados os estudos, Maria retorna às atividades na Instituição e, após 3 anos, e já findado o estágio probatório, protocola pedido de licença para tratamento de assuntos particulares. O Diretor de Gestão de pessoas novamente defere o pedido da servidora Maria.

Pergunta-se: o deferimento dos dois pedidos por parte do Diretor de Gestão de Pessoas está:
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3968Q924730 | Direito Processual Civil, Primeira Fase OAB, OAB, FGV

Juliana ajuizou ação declaratória de inexistência de débito cumulada com indenização por danos morais, com
pedido de antecipação dos efeitos da tutela para retirada de seu nome dos órgãos de proteção ao crédito, em
face de BG Financeira S/A, com quem mantém contrato de empréstimo bancário. A autora instruiu a inicial com os
comprovantes de pagamento das prestações que atestam a pontualidade no cumprimento das parcelas do
empréstimo.
Considerando a hipótese narrada e as regras sobre a antecipação de tutela prevista no Código de Processo Civil,
assinale a afirmativa correta.
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3969Q47675 | Inglês, Professor de Inglês, Prefeitura de Biguaçu SC, UNISUL

English as a Global Language

For more than half a century, immigrants from the Indian subcontinent and the West Indies have added variety and diversity to the rich patchwork of accents and dialects spoken in the UK. British colonisers originally exported the language to all four corners of the globe and migration in the 1950s brought altered forms of English back to these shores. ___________(1) that time, especially in urban areas, speakers of Asian and Caribbean descent have blended their mother tongue speech patterns with existing local dialects producing wonderful new varieties of English, ___________(2) London Jamaican or Bradford Asian English. Standard British English has also been enriched by an explosion of new terms, such as balti (a dish invented in the West Midlands and defined by a word that would refer to a "bucket" rather than food to most South Asians outside the UK) and bhangra (traditional Punjabi music mixed with reggae and hiphop).
The recordings on this site of speakers from minority ethnic backgrounds include a range of speakers. You can hear speakers whose speech is heavily influenced by their racial background, alongside those whose speech reveals nothing of their family background and some who are ranged somewhere in between. There are also a set of audio clips that shed light on some of the more recognisable features of Asian English and Caribbean English.
Slang
As with the Anglo-Saxon and Norman settlers of centuries past, the languages spoken by today’s ethnic communities have begun to have an impact on the everyday spoken English of other communities. For instance, many young people, regardless of their ethnic background, now use the black slang terms, nang (‘cool,’) and diss (‘insult’ — from ‘disrespecting’) or words derived from Hindi and Urdu, such as chuddies (‘underpants’) or desi (‘typically Asian’). Many also use the all-purpose tag-question, innit — as in statements such as you’re weird, innit. This feature has been variously ascribed to the British Caribbean community or the British Asian community, although it is also part of a more native British tradition - in dialects in the West Country and Wales, for instance — which might explain why it appears to have spread so rapidly among young speakers everywhere.
Original influences from overseas
The English Language can be traced back to the mixture of Anglo-Saxon dialects that came to these shores 1500 years ago. Since then it has been played with, altered and transported around the world in many different forms. The language we now recognise as English first became the dominant language in Great Britain during the Middle Ages, and in Ireland during the eighteenth and nineteenth centuries. From there it has been exported in the mouths of colonists and settlers to all four corners of the globe. ‘International English’, ‘World English’ or ‘Global English’ are terms used to describe a type of ‘General English’ that has, over the course of the twentieth century, become a worldwide means of communication. 
American English 
The first permanent English-speaking colony was established in North America in the early 1600s. The Americans soon developed a form of English that differed in a number of ways from the language spoken back in The British Isles. In some cases older forms were retained — the way most Americans pronounce the sound after a vowel in words like start, north, nurse and letter is probably very similar to pronunciation in 17th century England. Similarly, the distinction between past tense got and past participle gotten still exists in American English but has been lost in most dialects of the UK. 
But the Americans also invented many new words to describe landscapes, wildlife, vegetation, food and lifestyles. Different pronunciations of existing words emerged as new settlers arrived from various parts of the UK and established settlements scattered along the East Coast and further inland. After the USA achieved independence from Great Britain in 1776 any sense of who ‘owned’ and set the ‘correct rules’ for the English Language became increasingly blurred. Different forces operating in the UK and in the USA influenced the emerging concept of a Standard English. The differences are perhaps first officially promoted in the spelling conventions proposed by Noah Webster in The American Spelling Book (1786) and subsequently adopted in his later work, An American Dictionary of the English Language (1828). Both of these publications were enormously successful and established spellings such as center and color and were therefore major steps towards scholarly acceptance that British English and American English were becoming distinct entities.
Influence of Empire
Meanwhile, elsewhere, the British Empire was expanding dramatically, and during the 1700s British English established footholds in parts of Africa, in India, Australia and New Zealand. The colonisation process in these countries varied. In Australia and New Zealand, European settlers quickly outnumbered the indigenous population and so English was established as the dominant language. In India and Africa, however, centuries of colonial rule saw English imposed as an administrative language, spoken as a mother tongue by colonial settlers from the UK, but in most cases as a second language by the local population.
English around the world
Like American English, English in Australia, New Zealand and South Africa has evolved such that they are distinct from British English. However, cultural and political ties have meant that until relatively recently British English has acted as the benchmark for representing ‘standardised’ English — spelling tends to adhere to British English conventions, for instance. Elsewhere in Africa and on the Indian subcontinent, English is still used as an official language in several countries, even though these countries are independent of British rule. However, English remains very much a second language for most people, used in administration, education and government and as a means of communicating between speakers of diverse languages. As with most of the Commonwealth, British English is the model on which, for instance, Indian English or Nigerian English is based. In the Caribbean and especially in Canada, however, historical links with the UK compete with geographical, cultural and economic ties with the USA, so that some aspects of the local varieties of English follow British norms and others reflect US usage. 
An international language
English is also hugely important as an international language and plays an important part even in countries where the UK has historically had little influence. It is learnt as the principal foreign language in most schools in Western Europe. It is also an essential part of the curriculum in far-flung places like Japan and South Korea, and is increasingly seen as desirable by millions of speakers in China. Prior to WWII, most teaching of English as a foreign language used British English as its model, and textbooks and other educational resources were produced here in the UK for use overseas. This reflected the UK"s cultural dominance and its perceived ‘ownership’ of the English Language. Since 1945, however, the increasing economic power of the USA and its unrivalled influence in popular culture has meant that American English has become the reference point for learners of English in places like Japan and even to a certain extent in some European countries. British English remains the model in most Commonwealth countries where English is learnt as a second language. However, as the history of English has shown, this situation may not last indefinitely. The increasing commercial and economic power of countries like India, for instance, might mean that Indian English will one day begin to have an impact beyond its own borders.

https://www.bl.uk/learning/langlit/sounds/case-studies/minority-ethnic/ 

The word heavily in “You can hear speakers whose speech is heavily influenced by their racial background” has the function of: 
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3970Q479616 | Farmácia, Farmacodinâmica, Perito Criminal, Polícia Civil PE, CESPE CEBRASPE

Assinale a opção correta em relação ao uso de anestésicos.
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3971Q31384 | Português, Assistente Administrativo, CREMAM, QUADRIX

Texto associado.
Hospitais do Amapá estariam sem ambulâncias por falta de pagamento
Servidores contam que transporte de pacientes foi interrompido.
Falta do serviço atinge HE, HCAL e PAI, em Macapá.

Ambulâncias que atendem a hospitais públicos estaduais do Amapá teriam sido retiradas por falta de pagamento do governo à empresa responsável pela locação dos veículos. A informação foi confirmada por funcionários que atuam na rede hospitalar. Em nota enviada, o governo informou que foi "surpreendido" com a atitude da empresa e que foi à Justiça para buscar o retorno dos veículos.
"No dia 10 de dezembro a Sesa foi surpreendida com a suspensão dos serviços sem prévio aviso. Imediatamente a secretaria entrou com pedido de liminar, uma vez que o atraso alegado extraoficialmente pela empresa não é superior a 90 dias do atual exercício financeiro, como prevê a Lei Geral de Licitações nº 8.666, para que o contratado interrompa os serviços", disse a nota, acrescentando que a Justiça deu 24 horas para a empresa voltar com as ambulâncias para as unidades.
A falta das ambulâncias estaria afetando os hospitais de Clínicas Alberto Lima (HCAL) e de Emergências (HE) e Pronto Atendimento Infantil (PAI), todos em Macapá. O G1 percorreu as unidades e constatou que não havia ambulâncias em nenhum dos prédios. No HCAL, a vaga destinada ao veículo estava ocupada por um carro particular.
De acordo com a enfermeira Sandra Pereira, de 49 anos, os funcionários receberam a informação de que o retorno das ambulâncias aconteceria somente mediante a efetuação dos pagamentos. “As ambulâncias foram todas retiradas. Não temos nenhuma no HCAL e nem no HE. Se o governo do estado não liberar o dinheiro para pagar as ambulâncias, elas vão continuar fora dos hospitais”, disse.
Um técnico em enfermagem do Hospital de Emergências, que preferiu manter a identidade em sigilo, relatou que a retirada dos veículos atinge diretamente o transporte de pacientes entre uma unidade e outra. “Os pacientes que quiserem fazer algum exame têm que ir em algum carro particular por conta própria. Se ele entra, não sai mais do hospital, se depender das ambulâncias”, comentou o funcionário do HE de Macapá. [...]
Motoristas das ambulâncias dizem que tiveram que ser remanejados para outros hospitais após o primeiro caso de retirada dos veículos. “As [ambulâncias] da UPA e da maternidade nunca mais voltaram. Nós fomos até transferidos para outros hospitais porque elas não retornaram”, contou um motorista, que pediu para manter a identidade em sigilo.

(g1.globo.com)
Veja:

“O G1 percorreu as unidades e constatou que não havia ambulâncias em nenhum dos prédios.”

A oração em destaque:
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3972Q36765 | Conhecimentos Específicos, Legislação dos Tribunais de Justiça, Técnico Judiciário, TJ MT, UFMT

De acordo com o COJE – Código de Organização Judiciaria do Estado de Mato Grosso (Lei n.º 4.964/1985; Lei complementar n.º 281/2007), NÃO são órgãos do Poder Judiciário do Estado de Mato Grosso: 
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3973Q784037 | Engenharia de Redes, Analista de Informação em Saúde, Prefeitura de Caçapava do Sul RS

O núcleo Linux foi, originalmente, escrito por Linus Torvalds do Departamento de Ciência da Computação da Universidade de Helsinki, Finlândia, com a ajuda de vários programadores voluntários através da Usenet, Linus Torvalds começou o desenvolvimento do núcleo como um projeto particular, inspirado pelo seu interesse no.
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3974Q39352 | Recursos Humanos, Gestão de Pessoas, Auditor Fiscal de Controle Externo, TCE SC, CESPE CEBRASPE

Julgue o item subsequente, relativo a cultura e liderança nas organizações.

Os líderes formais são responsáveis pela criação de uma cultura organizacional sem influência de outros agentes internos ou externos à organização, razão por que as relações entre os estilos de liderança e a cultura de determinada organização já fornecem descobertas-chave a respeito do seu modo de atuação.
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3975Q483003 | Geografia, Geoprocessamento, Analista de Geoprocessamento, IBGE, FGV

O Open Geospatial Consortium - OGC conta hoje com mais de 500 membros de diversas categorias, contribuindo para o desenvolvimento de tecnologias e a definição de especificações para interfaces e padrões de intercâmbio de dados, de maneira a otimizar a interoperabilidade entre sistemas que lidam com informação espacial e localização. Assim, de acordo com o modelo conceitual proposto pelo OGC, um Modelo Digital de Superfície (MDS), representado por uma Rede Triangular Irregular (TIN), seria do tipo/subtipo:
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3976Q42941 | Português, Interpretação de Textos, Soldado do Corpo de Bombeiro, Bombeiro Militar PA, CONSULPLAN

Texto associado.
Tempos loucos – Parte 2

     Os adultos que educam hoje vivem na cultura que incentiva ao extremo o consumo. Somos levados a consumir de tudo um pouco: além de coisas materiais, consumimos informações, ideias, estilos de ser e de viver, conceitos que interferem na vida (qualidade de vida, por exemplo), o sexo, músicas, moda, culturas variadas, aparência do corpo, a obrigatoriedade de ser feliz etc. Até a educação escolar virou item de consumo agora. A ordem é consumir, e obedecemos muitas vezes cegamente a esse imperativo.
      Quem viveu sem usar telefone celular por muito tempo não sabe mais como seria a vida sem essa inovação tecnológica, por exemplo. O problema é que a oferta cria a demanda em sociedades consumistas, que é o caso atual, e os produtos e as ideias que o mercado oferece passam a ser considerados absolutamente necessários a partir de então.
       A questão é que temos tido comportamento exemplar de consumistas, boa parte das vezes sem crítica alguma. Não sabemos mais o que é ter uma vida simples porque almejamos ter mais, por isso trabalhamos mais etc. Vejam que a ideia de lazer, hoje, faz todo sentido para quase todos nós. Já a ideia do ócio, não. Ou seja: para descansar de uma atividade, nos ocupamos com outra. A vadiagem e a preguiça são desvalorizadas.
      Bem, é isso que temos ensinado aos mais novos, mais do que qualquer outra coisa. Quando uma criança de oito anos pede a seus pais um celular e ganha, ensinamos a consumir o que é oferecido; quando um filho pede para o pai levá‐la ao show do RBD, e este leva mesmo se considera o espetáculo ruim, ensinamos a consumir, seja qual for a estética em questão; quando um jovem pede uma roupa de marca para ir a uma festa e os pais dão, ensinamos que o que consumimos é mais importante do que o que somos.
      Não há problema em consumir; o problema passa a existir quando o consumo determina a vida. Isso é extremamente perigoso, principalmente quando os filhos chegam à adolescência. Há um mercado generoso de oferta de drogas. Ensinamos a consumir desde cedo e, nessa hora, queremos e esperamos que eles recusem essa oferta. Como?!
       Na educação, essa nossa característica leva a consequências sutis, mas decisivas na formação dos mais novos. Como exemplo, podemos lembrar que estes aprendem a avaliar as pessoas pelo que elas aparentam poder consumir e não por aquilo que são e pelas ideias que têm e que o grupo social deles é formado por pares que consomem coisas semelhantes. Não é a toa que os pequenos furtos são um fenômeno presente em todas as escolas, sejam elas públicas ou privadas.
     Nessa ideologia consumista, é importante considerar que os objetos perdem sua primeira função. Um carro deixa de ser um veículo de transporte, um telefone celular deixa de ser um meio de comunicação; ambos passam a significar status, poder de consumo, condição social, entre outras coisas.
      A educação tem o objetivo de formar pessoas autônomas e livres. Mas, sob essa cultura do consumo, esses dois conceitos se transformaram completamente e perderam o seu sentido original. Os jovens hoje acreditam que têm liberdade para escolher qualquer coisa, por exemplo. Na verdade, as escolhas que fazem estão, na maioria das vezes, determinadas pelo consumo e pela publicidade. Tempos loucos, ou não?

(SAYÃO, Rosely. Tempos loucos – Parte 2. Disponível em:http://blogdaroselysayao.blog.uol.com.br/arch2006‐10‐01_2006‐10‐15.html. Acesso em: dezembro de 2015.)
Examinando o trecho “A questão é que temos tido comportamento exemplar de consumistas, boa parte das vezes sem crítica alguma." (3º§) em que se manifesta uma opinião pode‐se afirmar que esse ponto de vista
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3977Q39366 | Administração Geral, Auditor Fiscal de Controle Externo, TCE SC, CESPE CEBRASPE

A respeito dos processos organizacionais de planejamento e de tomada de decisões, julgue o item que se segue.

Listas de verificação, cronogramas e gráficos de Gantt podem ser utilizados para auxiliar as atividades de planejamento operacional.
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3978Q43462 | Enfermagem, Técnico de Enfermagem, UFMA

Sobre a infecção pelo HIV, julgue as afirmativas abaixo:

( I ) A infecção aguda é definida como o período das primeiras semanas de infecção pelo HIV. Essa fase é acompanhada por um conjunto de manifestações clínicas,denominado Síndrome Retroviral Aguda (SRA), cujos principais achados clínicos incluem: febre, adenopatia, faringite, exantema, mialgia e cefaleia.
( II ) A SRA é autolimitada e a maior parte dos sinais e sintomas desaparece em torno de três a quatro semanas. A sorologia para a infecção pelo HIV é geralmente negativa nessa fase.
( III ) O aparecimento de infecções oportunistas e neoplasias é definidor da Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (AIDS). Entre as infecções oportunistas, destacam-se: pneumocistose, neurotoxoplasmose, tuberculose pulmonar atípica ou disseminada, meningite criptocócica e retinite por citomegalovírus.

Assinale a sentença correta.
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3979Q631522 | Informática, Gestão do Risco, Analista Judiciário, TRT 14a, FCC

A etapa de análise de riscos, no processo de Gestão de Riscos, pode ser realizada de forma quantitativa ou qualitativa. Após a categorização dos riscos, deve-se decidir pelo tratamento e recursos a alocar. Uma das opções disponíveis para tratamento do risco é
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3980Q24294 | Conhecimentos Específicos, Sistemas Operacionais, Analista Técnico, CFP, QUADRIX

Em uma janela de prompt de comando com privilégios elevados em um servidor com o Windows Server 2008, um usuário membro do grupo Administradores deseja realizar instalações ou remoções automatizadas de funções (holes), serviços de função (hole services) e recursos (features). Para isso poderá utilizar a ferramenta:
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